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Dirigente do Fed vê estagnação no combate à inflação e espaço para ajuste adicional nos juros

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O presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) de Nova York, John Williams, afirmou nesta sexta-feira, 21, que o progresso rumo à meta de inflação de 2% "estagnou temporariamente" e sinalizou que ainda vê "espaço para um ajuste adicional no curto prazo" na taxa básica, apesar do recente ciclo de cortes. Segundo ele, os dados mais recentes mostram que a inflação permanece em torno de 2,75%.

Durante evento, Williams explicou que os efeitos de políticas comerciais e tarifas "elevaram um pouco a inflação" e "compensaram a trajetória esperada de queda", embora não haja indicações de pressões de segunda ordem.

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Ele estimou que tarifas mais altas contribuíram com 0,5 pontos porcentuais (pp) a 0,75pp para a inflação atual, mas avaliou que esses impactos devem se dissipar "ao longo do restante deste ano e na primeira metade do próximo". A expectativa é que a inflação retorne ao caminho de 2% em 2027.

O dirigente ressaltou que a desaceleração econômica e o esfriamento gradual do mercado de trabalho aumentaram os riscos baixistas para o emprego, enquanto os riscos altistas para a inflação diminuíram um pouco. Mesmo assim, destacou que a política monetária segue "moderadamente restritiva", ainda que menos do que antes dos cortes recentes.

Williams disse não ver sinais de que o mercado de trabalho esteja gerando pressões inflacionárias, citando expectativas bem ancoradas, moderação salarial e ausência de gargalos generalizados nas cadeias de suprimentos. Reforçou, porém, que o Fed permanece focado em restaurar a inflação à meta "de forma sustentada", preservando o equilíbrio com o objetivo de máximo emprego.

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