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Dirigente diz que BCE está em posição confortável, sem necessidade imediata de reduzir juros

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O Banco Central Europeu (BCE) não vê necessidade imediata de reduzir ainda mais os juros para garantir a estabilidade da inflação, afirmou nesta sexta-feira, 12, o dirigente do Conselho do BCE e presidente do BC do Chipre, Christodoulos Patsalides em entrevista à Bloomberg TV. O dirigente destacou que as projeções até 2027 indicam inflação "apenas ligeiramente abaixo da meta", o que coloca a instituição em uma posição "confortável".

Ao ser questionado sobre a possibilidade de uma alta nos juros, ele afirmou ser "possível", sem descartar nenhuma possibilidade. "Ninguém pode prever nada. Sim, poderíamos agir em qualquer momento, caso houvesse um evento na economia que justificasse uma mudança nas taxas de juros", afirmou, ao ser perguntado sobre a possibilidade de movimento já em outubro.

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Segundo ele, seria "sensato manter a política monetária resguardada", lembrando que o BCE atualiza suas projeções conforme necessário e espera que os fatores de risco sejam incorporados nelas.

Patsalides ressaltou ainda que qualquer mudança na orientação dependeria de informações adicionais e de uma "diferença significativa nos fundamentos econômicos, nas projeções da economia e em outros dados".

Segundo Patsalides, os riscos para a inflação estão equilibrados, mas o cenário global ainda inspira cautela. "Vivemos em um mundo cada vez mais incerto. A incerteza está em alta em muitas frentes: riscos geopolíticos, tensões comerciais e outros desenvolvimentos ao redor do globo", disse.

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Nesse contexto, ele avaliou que a constatação de riscos equilibrados "não é um argumento muito forte por causa da existência desses riscos".

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