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Direto de Wall Street: bolsas de NY devem abrir em alta sem payroll e terceiro dia de shutdown

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Por Aline Bronzati, correspondente

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Nova York, 03/10/2025 - As bolsas de Nova York devem estender os ganhos no último pregão da semana, indicam os índices futuros, com a esperança em Wall Street de que o shutdown do governo americano seja passageiro e de impacto econômico limitado. Com a divulgação do relatório de emprego (payroll) suspensa por prazo indeterminado, investidores aguardam os índices de gerentes de compras (PMI) de serviços nos Estados Unidos e comentários de dirigentes do Federal Reserve (Fed, o banco central americano).

Às 10h14 (de Brasília), os ganhos dos índices futuros eram marginais: o Dow Jones subia 0,10%, o S&P 500, 0,04%, e o Nasdaq, 0,05%.

Wall Street caminha para seis pregões consecutivos de alta. A paralisação do governo do presidente Donald Trump entra em seu terceiro dia, mas, ao menos até aqui, a expectativa de operadores é de que os efeitos na maior economia do mundo sejam limitados. Há expectativa de que as negociações sejam retomadas e a máquina pública americana volte a funcionar em breve.

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Na agenda de hoje, estão previstos os PMIs de serviços dos EUA. O grande destaque não somente do dia, mas da semana seria a divulgação do payroll, que está suspensa por tempo indeterminado por conta do shutdown nos EUA.

"Os investidores continuam a ponderar as implicações do mercado de trabalho dos EUA perder sua resiliência anterior, já que tanto as contratações quanto as demissões chegaram a um impasse, conforme evidenciado pela tendência pré-shutdown", diz o analista Ian Lynge, do BMO Capital.

As chances de o Fed cortar os juros americanos em mais 50 pontos-base até o fim do ano eram de 89,5% nesta manhã, em linha com o patamar de ontem, mostra levantamento da plataforma americana CME Group.

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"Prevemos que o Fed adotará uma postura mais dovish na reunião de dezembro, pois uma política monetária restritiva pode agravar o cenário de emprego já frágil e os riscos de alta para a inflação não estão se materializando", avalia o Brown Brothers Harriman, em relatório a clientes.

Enquanto isso, investidores seguem atentos a qualquer sinal quanto ao rumo da política monetária americana. A independência do Fed também segue em evidência diante da contínua pressão de Trump para que as taxas caiam no país.

O presidente do Fed de Nova York, John Williams, disse que bancos centrais precisam ter "independência e capacidade para alcançar a estabilidade de preços", em evento do Banco da Holanda, nesta sexta-feira. Mas não comentou sobre política monetária.

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Já o presidente do Fed de Chicago, Austan Goolsbee (vota), voltou a reforçar sua preocupação com a queda das taxas nos EUA. "Estou receoso em antecipar cortes e simplesmente contar com a queda da inflação", disse.

O mercado aguarda ainda comentários do vice-presidente do Fed, Philip Jefferson (vota), que participa do Fórum Econômico de Drexel.

No front corporativo, Wall Street se prepara para mais uma temporada de resultados trimestrais, que tende a mexer no desempenho das ações e calibrar as expectativas para os ganhos no fim do ano. Levi Strauss, Delta Air Lines, PepsiCo e BlackRock abrem os seus números do período na próxima semana.

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Dentre os destaques desta manhã, a Tesla ensaia recuperação no pré-mercado de Nova York, com alta de 1,4%, após o tombo de 5,1% ontem na esteira da divulgação de seu relatório trimestral de vendas.

Por sua vez, a Rumble saltava 12% no horário acima, após a plataforma de compartilhamento de vídeos fechar parceria com a Perplexity para usar suas ferramentas de inteligência artificial.

Do outro lado, a Applied Materials caía 1,4% no pré-mercado, diante da previsão de um impacto na receita de US$ 710 milhões devido a novas regras nos EUA que devem limitar sua capacidade de exportar para a China.

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