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'Desvio de diesel' por importadores não pode ser tratado como irregularidade, diz Abicom

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A Associação Brasileira dos Importadores de Combustível (Abicom) afirmou em nota que "desvio de diesel" por importadores privados não pode ser tratado como irregularidade ou prática ilícita. A declaração é uma resposta a informações de que navios de diesel estariam sendo desviados em função de melhores oportunidades de venda da carga.

"Conforme declarações públicas da própria Petrobras, trata-se de uma dinâmica de mercado internacional, na qual cargas podem ser redirecionadas conforme condições comerciais, especialmente em cenários de alta volatilidade de preços e escassez global", disse a Abicom em nota.

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Na quarta-feira, 18, a presidente da Petrobras, Magda Chambriard, disse que não é possível afirmar que os seis navios que a inteligência competitiva da estatal monitorou, e que tiveram os seus destinos desviados, tenham sido desviados em função de melhores oportunidades de venda ou para o mercado spot em algum lugar do mundo.

A Abicom afirma que o cenário recente inclui elevação dos preços do petróleo e de derivados, associada a tensões geopolíticas no Oriente Médio. Na avaliação da associação, isso ampliou a diferença entre preços no Brasil e no exterior e reduziu o incentivo econômico para importar combustíveis ao mercado brasileiro.

Segundo a Abicom, o mercado nacional é livre, com atuação independente de Petrobras, importadores e distribuidores.

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