Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Demissões nos EUA têm alta anual de 175% em outubro, maior nível para o mês desde 2003

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Empresas sediadas nos Estados Unidos anunciaram 153.074 demissões em outubro, o maior número para o mês desde 2003, segundo relatório divulgado nesta quinta-feira, 6, pela Challenger, Grey & Christmas. O total representa alta de 175% em relação a outubro de 2024.

"O ritmo de cortes foi muito acima da média para o mês", disse Andy Challenger, diretor e especialista em mercado de trabalho da consultoria.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Ele apontou que "alguns setores estão corrigindo excessos após o boom de contratações da pandemia", mas destacou que o movimento também reflete "adoção de inteligência artificial (IA), enfraquecimento do consumo e dos gastos corporativos e custos crescentes".

Com o dado de outubro, os cortes acumulam 1,099 milhão no ano, alta de 65% frente ao mesmo período de 2024 e o maior nível desde 2020.

Segundo a Challenger, quase 450 empresas anunciaram planos de demissões no mês, ante cerca de 400 em setembro. "Este é o maior total para outubro em mais de 20 anos, e o maior para um único mês do quarto trimestre desde 2008", disse Challenger.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O levantamento mostra que a tecnologia liderou os cortes, com 33.281 demissões em outubro, seguida por armazenagem (47.878) e varejo (2.431). No acumulado do ano, os cortes no varejo aumentaram 145%, enquanto o setor de armazenagem registrou salto de 378%.

Challenger observou ainda que as empresas tradicionalmente evitam anunciar cortes no fim do ano, mas que a tendência mudou. "Com o surgimento das redes sociais e a possibilidade de os trabalhadores compartilharem experiências negativas, as empresas passaram a evitar anúncios antes das festas", disse. "Agora, com a criação de empregos em baixa, o impacto desses anúncios é ainda mais sensível."

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline