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Defasagem no preço dos combustíveis pode trazer rupturas de suprimento, diz Abicom

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A Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom) alerta para o avanço das defasagens entre os preços praticados pela Petrobras e as cotações internacionais. Segundo a entidade, os descompassos atingiram níveis recordes justamente num momento em que o País depende da chegada de derivados de fora para garantir o abastecimento.

Segundo a Abicom, a conta é simples. As refinarias instaladas no Brasil não conseguem suprir toda a demanda. Cerca de 30% do óleo diesel e 10% da gasolina consumidos no mercado interno precisam vir do exterior. O problema se agrava em regiões mais afastadas dos grandes parques de refino - Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sul (via Paranaguá) -, onde a oferta recai sobre importadores ou unidades privadas.

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Com o diesel obrigatoriamente misturado a 15% de biodiesel e a gasolina a 30% de etanol anidro, os custos variam de Estado para Estado. O resultado é uma disparidade que já chega a R$ 1,00 por litro no diesel e a R$ 0,40 na gasolina, calcula a Abicom.

Para a associação, acompanhar de perto os preços internacionais e repassá-los com agilidade ao mercado interno é condição essencial para evitar rupturas de suprimento e desequilíbrios logísticos. Caso contrário, adverte, o risco de desabastecimento e de volatilidade ainda maior nos preços na bomba tende a crescer.

De acordo com dados da Abicom, o diesel vendido pela Petrobras atingiu defasagem recorde de 47% no fechamento da quarta-feira em relação ao mercado internacional, e da gasolina, 19%. A Petrobras é responsável por 80% do mercado de refino no País.

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