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Correção: Toffoli arquiva inquirição de atuação da Transparência Internacional em acordo da J&F

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A matéria publicada anteriormente continha uma imprecisão no segundo parágrafo. A informação de que a Transparência Internacional ficaria responsável pela gestão dos R$ 2,3 bilhões é negada pelo órgão e não foi comprovada. Segue o texto corrigido.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli arquivou nesta quarta-feira, 11, uma investigação que mirava a atuação da ONG Transparência Internacional no acordo de leniência da J&F no âmbito da Lava Jato. Ele seguiu parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR), que apontou "a ausência de elementos mínimos que justificassem a continuidade das investigações e a inexistência de competência originária do Supremo para o caso".

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O acordo de leniência firmado entre o Ministério Público Federal (MPF) e a empresa J&F previa o pagamento de R$ 10,3 bilhões, dos quais R$ 2,3 bilhões seriam destinados à execução de projetos nas áreas da educação, saúde, meio ambiente, pesquisa e cultura.

Na decisão que havia determinado a investigação, Toffoli afirmou que haviam indícios que a Transparência Internacional ficaria responsável pela gestão dos R$ 2,3 bilhões - o que é negado pela organização.

A investigação foi aberta em 2024 após notícia-crime apresentada pelo deputado Rui Falcão (PT-SP). Ao determinar a investigação, Toffoli defendeu que era necessário apurar eventual apropriação de recursos públicos.

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De acordo com o procurador-geral da República (PGR), Paulo Gonet, o órgão abriu uma série de sindicâncias para investigar os pontos levantados por Falcão e os procedimentos "convergiram para juízos terminativos ou negativos de responsabilidade, sem expressão" - ou seja, não foram encontradas provas que viabilizassem uma sanção administrativa ou até mesmo uma investigação criminal.

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