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Correção: Constellation fecha 2025 com prejuízo de US$ 137,5 mi em 2025, mas Ebitda cresce 37%

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A nota publicada anteriormente, na terça-feira, 24, tinha erros nas aspas, que entraram no texto por engano. Segue a versão corrigida, sem as aspas.

A Constellation Oil Services, maior empresa de perfuração de poços de petróleo offshore no Brasil, registrou prejuízo de US$ 137,5 milhões em 2025, contra as perdas de US$ 42 milhões um ano antes.

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A companhia terminou 2025 com US$ 228 milhões em caixa, acima dos US$ 183 milhões de 2024, e backlog de US$ 1,7 bilhão. A dívida líquida recuou de US$ 460 milhões para US$ 418 milhões, enquanto a disponibilidade operacional (uptime) da frota chegou a 95% no ano.

Segundo a empresa, apesar da perda contábil, o Ebitda ajustado no ano foi de US$ 233 milhões no ano, 37% acima do guidance inicial, com margem de 39% sobre a receita.

A receita líquida foi de US$ 597 milhões, crescimento de 6% em relação a 2024, em um cenário de maior eficiência na gestão das unidades. A empresa disse que o resultado se deve à alta utilização da frota, à renovação de contratos e à execução de transições operacionais consideradas relevantes.

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No período, as sondas Gold Star e Atlantic Star tiveram os contratos estendidos com a Petrobras até o fim do ano, enquanto Alpha Star e Laguna Star passaram por transições contratuais, também com a Petrobras, a taxas diárias mais competitivas, segundo a empresa.

A Constellation informou que também iniciou as operações do navio-sonda Tidal Action e da plataforma jackup Admarine 511 com a Petrobras, ampliando a atuação na operação de ativos de terceiros.

Isso fortaleceu a geração de caixa e posicionou a companhia para capturar oportunidades de um novo ciclo de crescimento no offshore brasileiro.

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A empresa disse liderar o Sondópolis, ranking da Petrobras - seu principal cliente -, que considera eficiência, segurança e ausência de incidentes.

Para 2026, a Constellation prevê o uplisting (migração da listagem das ações da Constellation para o principal segmento da bolsa de Oslo), sujeito a aprovações finais, com o objetivo de ampliar o acesso a investidores e a liquidez das ações.

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