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‘Conselhão’ da Fiesp com Moro e Campos Neto não compromete interlocução com governo; diz Skaf

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O empresário Paulo Skaf, que vai presidir a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) a partir de janeiro, disse que não teme prejuízos na interlocução da entidade com o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva após indicar nomes da oposição aos conselhos da entidade.

"Nada a ver. São pessoas brilhantes nas suas áreas. A visão da Fiesp, a minha própria e de todos esses, é uma visão liberal. É natural, nós não podemos esconder isso. Esses presidentes de conselhos são todos com visão liberal, com visão de centro-direita", disse Skaf em entrevista concedida à imprensa após a primeira reunião de trabalho da diretoria da Fiesp que tomará posse em janeiro.

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Foram apresentados, durante a reunião, os nomes que vão presidir 16 conselhos superiores da Fiesp - entre eles, o ex-presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto (Conselho Superior de Economia), e os senadores Tereza Cristina (Agronegócio) e Sergio Moro (Segurança), que foram ministros do governo Jair Bolsonaro. A função dos conselhos é debater soluções a desafios do País.

Segundo a futura direção da Fiesp, eleita para o quadriênio 2026-2029, a composição do "conselhão" de Skaf reforça o papel da Fiesp como um centro do pensamento liberal brasileiro.

"Se nós unimos as melhores cabeças com visão liberal, traçando um plano para o futuro, um plano para trabalhar a favor do Brasil e buscar soluções para os novos e antigos problemas, não importa se participou de governo aqui ou ali", disse Skaf, acrescentando que não há demérito em ter sido ministro de qualquer governo. "Se é um ministro, é porque teve qualidades para ser. Então, nada a ver, e eu não tenho nenhuma preocupação com isso, absolutamente", afirmou ao reforçar que não teme um esfriamento na relação com o governo.

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Na gestão liderada por Josué Gomes da Silva, filho do ex-vice-presidente José Alencar e empresário próximo a Lula, a Fiesp se aproximou do governo atual, com frequentes audiências de sua diretoria com os ministérios da Fazenda e da Indústria, além da presença constante de ministros nas reuniões de diretoria da entidade.

Skaf informou que também já pediu aos presidentes da Câmara, Hugo Motta, e do Senado, Davi Alcolumbre, indicações de parlamentares para participação nas reuniões mensais de economia da Fiesp. "É juntar esforços. O Brasil está precisando disso, está precisando de calma, paz, equilíbrio, respeito, e pensar no futuro", afirmou o empresário, que está voltando ao comando da Fiesp.

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