Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

CNPE fixa meta de redução de 0,5% nas emissões do mercado de gás natural para 2026

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) aprovou nesta quarta-feira, 1º de abril, a resolução com meta de redução de emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) no mercado de gás natural para o ano de 2026. Deverá haver redução de 0,5% nas emissões, a ser cumprida por produtores e importadores de gás natural por meio da participação do biometano no consumo, como antecipou o Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado. Essas estipulações seguem a chamada Lei do Combustível do Futuro, de 2024.

"Com base no balanço mais atualizado de oferta e de demanda de biometano e na análise do problema regulatório e das opções disponíveis, o CNPE aprovou o entendimento de que a meta de 0,5% é a mais adequada para se iniciar a política pública em 2026, equilibrando viabilidade técnica, previsibilidade regulatória e estímulo ao desenvolvimento do mercado", defendeu o Conselho em nota.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

A perspectiva é ampliar gradualmente a inserção do biometano na matriz energética. A Lei do Combustível do Futuro estabeleceu que a meta de redução de emissões deveria ser iniciada em 1% e não poderia exceder a 10%. Contudo, foi estipulado que o CNPE poderia, excepcionalmente, definir a meta em valor inferior a 1% por motivo de "justificado de interesse público ou quando o volume de produção de biometano impossibilitar ou onerar excessivamente o cumprimento da meta".

O CNPE apontou que, a partir do monitoramento da evolução do mercado de biometano, haverá evolução para o piso legal de 1% na redução das emissões, caso as condições de mercado viabilizem a mudança.

A decisão do CNPE foi subsidiada por Relatório de Análise de Impacto Regulatório (AIR), elaborado no âmbito do Subcomitê do Biometano, criado pelo Comitê Técnico do Combustível do Futuro (CTP-CF).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV