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CNI: acordo Mercosul-UE é significativo para inserção internacional e fortalecimento industrial

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A Confederação Nacional da Indústria (CNI) classificou a aprovação do acordo entre Mercosul e União Europeia como um "passo significativo" em direção à inserção internacional do Brasil e ao fortalecimento do setor. Ao abordar os "expressivos" impactos econômicos e sociais esperados com o acordo, o "mais moderno e abrangente já negociado pelo Mercosul", a CNI lembra que a cada R$ 1 bilhão exportado pelo Brasil à União Europeia são criados 21,8 mil empregos. A cada bilhão exportado, também são movimentados R$ 441,7 milhões em massa salarial e R$ 3,2 bilhões em produção.

Segundo a entidade da indústria, o acordo deve fortalecer o comércio, atrair investimentos e ampliar as oportunidades entre os blocos.

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"A aprovação do acordo é um passo decisivo e cria as condições políticas necessárias para avançarmos rumo à assinatura. Esperamos que esse processo seja concluído o quanto antes, para que possamos transformar esse avanço institucional em oportunidades concretas de comércio, investimentos e aumento da competitividade do país", comentou o presidente da CNI, Ricardo Alban.

Conforme a CNI, o acordo deve ampliar a previsibilidade regulatória, reduzir barreiras tarifárias e facilitar tanto o comércio quanto os investimentos. A entidade prevê um ambiente mais estável, o que deve favorecer a competitividade das empresas, o comércio intrafirma e a redução de custos operacionais nas cadeias globais de valor.

A CNI cita ainda condições mais favoráveis para a internacionalização de empresas brasileiras e a atração de investimentos estrangeiros diretos. "O acordo é um marco na estratégia de inserção internacional do Brasil com impacto no redesenho dos fluxos de comércio e investimentos mundiais", ressaltou Alban.

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