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China: PBoC promete postura moderadamente frouxa e mais apoio a consumo e inovação tecnológica

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O Banco do Povo da China (PBoC, na sigla em inglês) afirmou que manterá uma política monetária "moderadamente frouxa" e liquidez ampla, em meio a um ambiente externo que segue "instável e incerto" e a uma economia doméstica que segue enfrentando "muitos riscos e desafios". As declarações estão no Relatório de Implementação da Política Monetária do Terceiro Trimestre, divulgado nesta terça-feira.

Segundo o documento, o banco central reconhece que a base da recuperação econômica "precisa ser consolidada" e promete intensificar o apoio a setores estratégicos. O PBoC disse que vai "aumentar os esforços para apoiar o consumo e a inovação tecnológica", com o uso de instrumentos de crédito direcionado, como linhas de redesconto e empréstimos voltados à transformação industrial.

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O relatório enfatiza que a autoridade monetária buscará "fortalecer a transmissão da política monetária" e "aperfeiçoar o sistema de regulação de taxas de juros", de modo a reduzir o custo de captação dos bancos e "promover a queda do custo de financiamento social".

O PBoC também destacou que continuará a "manter a taxa de câmbio do yuan basicamente estável em um nível razoável e equilibrado", preservando a flexibilidade cambial e prevenindo oscilações excessivas.

De acordo com o banco, a política monetária seguirá equilibrando "o curto e o longo prazo, o crescimento e a prevenção de riscos", com o objetivo de "estabilizar o crescimento, o emprego e as expectativas". O PBoC afirmou ainda que dará atenção especial à dinâmica dos preços, ao afirmar que "promover a recuperação razoável dos preços será um fator importante na condução da política monetária".

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O relatório reforça que a China "mantém fundamentos sólidos, vantagens estruturais e forte resiliência", e que o foco continuará em criar um ambiente financeiro adequado para sustentar a recuperação e "garantir que não ocorram riscos financeiros sistêmicos".

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