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China e Alemanha defendem diálogo franco e aberto em meio a tensão e déficit comercial

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A China e a Alemanha afirmaram em declaração conjunta que estão dispostas a "resolver adequadamente as preocupações mútuas por meio de diálogo franco e aberto", em meio a tensões comerciais crescentes e ao aumento do déficit alemão na relação bilateral. O compromisso foi divulgado após reunião entre o presidente chinês, Xi Jinping, e o chanceler alemão, Friedrich Merz, em Pequim.

O gesto ocorre após Merz afirmar que o déficit comercial da Alemanha com a China quadruplicou desde 2020, dinâmica que classificou como "não saudável".

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Segundo o chanceler, é necessário promover um desenvolvimento mais equilibrado das trocas bilaterais.

No encontro, Xi destacou que China e Alemanha são, respectivamente, a segunda e a terceira maiores economias do mundo e que a relação tem efeitos que extrapolam o âmbito bilateral.

O presidente chinês defendeu maior comunicação estratégica e confiança mútua, além da preservação do multilateralismo e do livre comércio.

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Xi propôs que os dois países atuem como parceiros confiáveis em inovação e intercâmbio cultural, com reforço da cooperação em áreas como inteligência artificial (IA), transição verde e cadeias industriais e de suprimentos. Ele afirmou que a China continuará ampliando a abertura econômica e espera que Berlim adote postura "objetiva e racional" em relação ao desenvolvimento chinês.

Mais cedo, o primeiro-ministro chinês, Li Qiang, disse que a cooperação bilateral terá novas oportunidades no âmbito do 15º Plano Quinquenal da China e defendeu ampliar e qualificar o comércio, revitalizar setores tradicionais como automotivo e químico e expandir parcerias em segmentos emergentes.

O vice-primeiro-ministro chinês He Lifeng também reiterou que Pequim segue aberta a investimentos alemães. Após as reuniões, os dois lados assinaram documentos de cooperação em áreas como transição verde, alfândega, esportes e mídia.

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