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CBO prevê déficits significativos e historicamente incomuns nos EUA na próxima década

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O déficit dos EUA deve totalizar US$ 1,9 trilhão no ano fiscal de 2026 e é esperado que cresça para US$ 3,1 trilhões em 2036, estimou o Escritório de Orçamento do Congresso dos Estados Unidos (CBO, na sigla em inglês), em documento divulgado nesta quarta-feira, 11. Em relação ao tamanho da economia norte-americana, o déficit representará 5,8% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2026 e aumentará para 6,7% em 2036.

De acordo com o relatório do CBO, o déficit para 2026 é US$ 100 bilhões (8%) maior nas projeções atuais do escritório do que nas projeções realizadas em janeiro de 2025, enquanto o déficit acumulado no período de 2026 a 2035 é US$ 1,4 trilhão (6%) maior, na mesma comparação.

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O escritório destaca três principais mudanças políticas que contribuíram para essas alterações: a chamada "Lei de Reconciliação", que aumentou os déficits em cerca de US$ 4,7 trilhões; as tarifas mais altas, que reduziram os déficits em cerca de US$ 3 trilhões; e ações relacionadas à imigração, que aumentaram os déficits em cerca de US$ 500 bilhões.

O CBO estima que o PIB real dos EUA será de 2,2% em 2026, uma aceleração ante o 1,9% em 2025, com uma média de 1,8% de 2027 a 2036. Ainda, segundo o documento, é esperado que o aumento geral dos preços desacelere ligeiramente em 2026.

A inflação, medida pelo avanço do índice de preços de gastos com consumo pessoal (PCE), deve apresentar uma leve queda em 2026, à medida que os efeitos das tarifas mais altas sobre a inflação diminuem. "A inflação retornará a um nível aproximadamente em linha com a meta de longo prazo do Federal Reserve (Fed) de 2% em 2030 e se estabiliza a partir de então", acrescenta.

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