Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Casas Bahia: prejuízo sobe 34,4% no 3tri25 ante 3tri24, para R$ 496 milhões

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O Grupo Casas Bahia encerrou o terceiro trimestre de 2025 com prejuízo líquido de R$ 496 milhões, 34,4% maior do que o prejuízo de R$ 369 milhões registrado um ano antes. Em relação ao trimestre imediatamente anterior, houve melhora de 10,6%.

Apesar do prejuízo, o Ebitda ajustado da Casas Bahia somou R$ 587 milhões, alta de 19,6% em relação a igual período de 2024, com margem de 8,5%, aumento anual de 0,8 ponto porcentual. "Foi o oitavo trimestre consecutivo de expansão da margem Ebitda. Mesmo com inflação e crescimento da receita, conseguimos reduzir despesas totais, o que mostra disciplina na execução", afirmou o diretor financeiro da empresa, Elcio Ito, em entrevista à Broadcast.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

A varejista registrou margem bruta de 30% no terceiro trimestre, uma queda de 1,6 p.p. ante igual período de 2024. O executivo apontou que o recuo tem a ver com a maior participação das vendas online na receita - neste canal, as margens de rentabilidade da companhia são menores.

A receita líquida avançou 7,3% na comparação anual, para R$ 6,87 bilhões, impulsionada por alta de 12,7% nas vendas online e de 5,9% nas lojas físicas. O volume bruto de mercadorias (GMV) total somou R$ 10,49 bilhões, alta de 8,5%, com destaque para o marketplace (3P), que subiu 17,7%.

Ito também destacou o crediário da varejista, que atingiu R$ 6,2 bilhões na carteira. O índice de inadimplência acima de 90 dias (Over 90) ficou em 8,4% no trimestre, estável em relação a um ano antes, enquanto o mercado registrou alta, ressaltou o CFO. No trimestre, o crediário respondeu por 27% das vendas nas lojas físicas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No período, o grupo reforçou sua estrutura de capital com a conversão de debêntures que totalizavam R$ 1,6 bilhão em ações. Ito destacou que as medidas fazem parte de um processo para reduzir os spreads. "Nos próximos períodos as melhoras na estrutura serão visíveis", disse. O executivo apontou ainda que a empresa trabalha em mais iniciativas para se tornar mais leve, dentre elas operações de venda de ativos imobiliários.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline