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Canadá e UE reforçam decisão nos EUA e alegam que tarifas eram injustificadas e ilegais

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A decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos reforça a posição do Canadá de que as tarifas da Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA, na sigla em inglês) impostas pelo presidente dos EUA, Donald Trump, são "injustificadas". A afirmação foi realizada nesta sexta-feira, 20, pelo ministro canadense Dominic LeBlanc, responsável por relações comerciais com os EUA.

"Embora o Canadá tenha o melhor acordo comercial com os EUA entre todos os seus parceiros comerciais, reconhecemos que ainda há muito trabalho a ser feito para apoiar as empresas e os trabalhadores canadenses que continuam afetados pelas tarifas da Seção 232 sobre os setores de aço, alumínio e automotivo", acrescentou ele na rede social X.

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Já o presidente da Comissão de Comércio Internacional do Parlamento Europeu, Bernd Lange, escreveu na rede social que a decisão sobre tarifas da Corte é um "sinal positivo" para o Estado de Direito, alegando que os juízes demonstraram que nem mesmo um presidente opera em um vácuo legal. "Barreiras legais foram estabelecidas, e a era das tarifas ilimitadas e arbitrárias, impossíveis de serem impostas pelo presidente, pode estar chegando ao fim", disse.

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