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Bolsas na Europa fecham majoritariamente em alta, impulsionadas por techs e riscos menores

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As bolsas da Europa fecharam majoritariamente em alta nesta quinta-feira, 15, com o setor de semicondutores liderando os ganhos, após ser impulsionado pelo balanço trimestral da Taiwan Semiconductor Manufacturing Company (TSMC). O mercado europeu também ganhou força em meio à queda nas tensões do presidente dos EUA, Donald Trump, com o Irã e com o chefe do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell.

Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,54%, a 10.238,94 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 0,35%, a 25.374,51 pontos. Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,21%, a 8.313,12 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 0,40%, a 8.601,78 pontos. Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,05%, a 17.695,70 pontos. O FTSE MIB avançou 0,44% em Milão, a 45.849,77 pontos. As cotações são preliminares.

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A holandesa ASML, fabricante de equipamentos para a indústria de chips, chegou a saltar até 7,1% e atingiu máximas históricas, fechando em alta de 5,95%. O movimento refletiu a reação positiva dos investidores aos números da TSMC, que divulgou lucro do quarto trimestre acima do esperado.

Outras empresas do setor também tiveram ganhos expressivos. A ASM International subiu 11,2%, enquanto a BE Semiconductor avançou 7,12%, colocando em segundo plano a decisão dos EUA de impor tarifas sobre importações de chips de computação avançada.

Em contrapartida, as ações da Repsol caíram 58% - sua maior queda desde o auge da guerra tarifária - devido ao tombo nos preços do petróleo e aos seus resultados trimestrais.

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Pela manhã, Trump afirmou que não pretende demitir Powell, apesar da investida do seu governo contra o dirigente do Fed. Sobre o Irã, o presidente americano também suavizou o tom ontem à tarde, afirmando ter sido informado de que as execuções contra manifestantes foram interrompidas.

Os investidores acompanharam ainda os desdobramentos da reunião entre autoridades dos Estados Unidos, Dinamarca e Groenlândia, realizada na quarta-feira, 14, para discutir o status da ilha. O encontro terminou sem acordo.

Dados macroeconômicos também deram ímpeto às bolsas, segundo analistas do Wells Fargo. Eles consideram que o avanço acima do esperado das leituras mensais do Produto Interno Bruto (PIB) do Reino Unido em novembro, da produção industrial e do índice de serviços impulsionaram o FTSE.

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