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Bolsas em Nova York saltam com negociações EUA-Irã mas registram queda em março

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As bolsas em Nova York fecharam em alta nesta terça-feira, 31, apesar de registrarem queda no mês e no trimestre, em meio às declarações de autoridades dos EUA e do Irã sobre negociações para encerrar o conflito.

O Dow Jones fechou em alta de 2,49%, aos 46.341,51 pontos. Já o S&P 500 avançou 2,91%, aos 6.528,52 pontos, e o Nasdaq subiu 3,83%, aos 21.590,63 pontos.

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No mês de março, o Dow caiu 5,38%, o S&P 500 perdeu 5,09% e o Nasdaq recuou 4,75%.

Já no primeiro trimestre, os índices caíram 3,58%, 4,63% e 7,1%, respectivamente.

O setor de tecnologia, um dos mais pressionados com o início do conflito, subiu de forma ampla com os relatos de negociações. O fundo iShares U.S. Technology foi negociado com alta de mais de 4,5%, com destaque para as altas da Nvidia (5,6%) e da Meta (6,7%).

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Ações de empresas de alumínio prolongam ganhos da véspera após nova rodada de alta dos contratos do metal e em meio a revisões em alta de estimativas para os preços do insumo diante de danos a duas das maiores produtoras de alumínio do Golfo. A Alcoa subiu 4,9% e a Century Aluminium disparou 10,2%. A Constellium ganhou 6,6%.

A recuperação ocorreu em meio a declarações do presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, de que o país não busca prolongar o conflito e está disposto a encerrá-lo, desde que haja garantias contra novas agressões.

Na noite da segunda-feira, o The Wall Street Journal informou que o presidente dos EUA, Donald Trump, disse a assessores que estaria disposto a encerrar a campanha militar contra o Irã mesmo que o Estreito de Ormuz permaneça em grande parte fechado - um recuo em relação a uma condição que, inicialmente, vinha sendo colocada por Washington para o fim do conflito. O chefe da Casa Branca reforçou nesta terça que as negociações "caminham bem".

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Para Elior Maier, analista da Oanda, o movimento de Trump seria mais um retorno à política "America First", desta vez deixando consequências ainda mais graves para os países aliados dos EUA. "Trump indicou que deixaria a defesa do Estreito de Hormuz a cargo de nações europeias e asiáticas, que têm relutado em agir na região desde o início do mês", afirma.

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