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Bolsas de NY fecham em queda com dúvidas de tarifas, yields altos e cautela pré-payroll

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As bolsas de Nova York fecharam a terça-feira em queda na primeira sessão de setembro. Na volta do feriado do Dia do Trabalho nos EUA, o clima foi pressionado pela incerteza associada às tarifas impostas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pela alta dos juros projetados nos Treasuries e por expectativas em torno do relatório do mercado de trabalho, com divulgação na sexta-feira.

O Dow Jones fechou em queda de 0,55%, aos 45.295,81 pontos, na máxima da sessão, após reduzir queda. Mais cedo, o índice chegou a perder os 45.000 pontos e tocou a mínima intradiária de 44.948,16 pontos. O S&P 500 caiu 0,69%, aos 6.415,54 pontos e o Nasdaq recuou 0,82%, encerrando em 21.279,63 pontos.

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O governo Donald Trump deve protocolar na quarta-feira uma apelação à Suprema Corte para reverter uma decisão que considerou ilegais as tarifas impostas pelo presidente americano a importações estrangeiras. "EUA terão sérios problemas sem as tarifas. Sem elas, nós seremos um país de terceiro mundo", acrescentou o republicano.

Em meio às dúvidas sobre o ingresso dos recursos das tarifas que ajudariam a rechear os cofres do poder público, financiando o déficit americano, os juros dos Treasuries subiram.

Entre as ações em destaque, a Nvidia cedeu 1,97% mesmo após a companhia considerar "equivocados" os rumores de que estaria enfrentando escassez no fornecimento dos modelos de chips H100 e H200.

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A Broadcom subiu 0,29%, a Marvell Technology ganhou 2,76% e a Micron caiu 0,45%.

A Constellation Brands despencou 6,6% depois que a controladora das marcas Corona e Modelo reduziu sua previsão para o ano fiscal, citando a demanda mais fraca por cerveja.

A Kraft Heinz caiu 6,97% após anúncio de cisão de negócios, revertendo parcialmente a fusão da Kraft e da Heinz ocorrida em 2015. A reestruturação resultará em uma empresa focada no mercado global de molhos, pastas e temperos e outra voltada a produtos básicos de mercearia na América do Norte.

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A empresa de biotecnologia Biogen avançou 5,6%, depois de aval regulatório à versão injetável semanal do tratamento para Alzheimer produzido pela empresa, o Leqembi.

*Com informações da Dow Jones Newswires

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