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Bolsas de NY fecham em baixa maior que 1% com aversão a riscos por guerra e postura do Fed

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As bolsas de Nova York caíram mais de 1% nesta quarta-feira, 18, em sessão com aversão a riscos pelo acirramento da guerra no Oriente Médio, que ameaça cada vez mais a produção de hidrocarbonetos e a decisão do Federal Reserve (Fed). O banco central dos EUA manteve juros na faixa de 3,50% a 3,75%, sem surpresas, mas o presidente Jerome Powell sinalizou incertezas sobre a inflação em razão dos efeitos do conflito, não se comprometendo com a trajetória de juros.

O Dow Jones fechou em baixa de 1,63%, aos 46.225,15 pontos. O S&P 500 terminou com queda de 1,36%, aos 6.624,70 pontos, e o Nasdaq encerrou com recuo de 1,46%, aos 22.152,42 pontos.

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O comando conjunto militar do Irã reiterou seu aviso de que, se suas instalações de energia forem atacadas, Teerã escalará a guerra "de novas maneiras." A postura veio pós ataques ao campo de gás South Pars do Irã, a maior instalação desse tipo no mundo e que é compartilhada com o Catar.

Powell disse que mais choques de oferta têm ocorrido nos últimos cinco anos do que em muitos anos anteriores. "A questão de se devemos 'desconsiderar' a inflação do setor de energia - tratando-a como um fator transitório - só se coloca, de fato, depois de termos "marcado essa caixa", ou seja, resolvido a questão anterior", disse.

A companhia de tecnologia de drones Swarmer saltou 77%, após disparar 520% na última sessão, em seu primeiro dia de negociação após a oferta pública inicial (IPO). A CF Industries, do setor de fertilizantes, subiu 2,8%, mesmo após breve recuo na sessão com rebaixamento da recomendação pelo Mizuho para as ações de "neutra" para "desempenho abaixo da média". Os papéis da empresa vinham apresentando forte desempenho desde o início do conflito no Oriente Médio.

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