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Bolsas de NY fecham com baixas de mais de 1% com petróleo acima de US$ 100

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As bolsas de Nova York fecharam em queda nesta quinta-feira, 12, com os três principais índices referenciais carregando perdas superiores a 1%, após o petróleo Brent fechar acima de US$ 100 diante da intensificação da crise no Oriente Médio.

O Dow Jones fechou em baixa de 1,56%, aos 46.677,85 pontos. O S&P 500 terminou com queda de 1,52%, aos 6.672,58 pontos, e o Nasdaq encerrou com tombo de 1,78%, aos 22.311,98 pontos.

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Mesmo com o anúncio da liberação de reservas estratégias por diversos países, incluindo 172 milhões de barris por parte dos EUA, o petróleo Brent fechou no maior nível desde agosto de 2022 à medida que a guerra no Oriente Médio está "criando a maior interrupção de oferta na história do mercado global de petróleo", disse a Agência Internacional de Energia (AIE).

As gigantes petrolíferas voltaram a subir, com a Chevron avançando 2,7%, a US$ 196,97. Para o Piper Sandler, há espaço adicional de alta, já que o banco de investimentos elevou o preço alvo de US$ 179 para US$ 242. A ExxonMobil ganhou 1,29%. As companhias aéreas prolongaram quedas. A American Airlines caiu 4,5%. A United perdeu 4,6% e Delta recuou 2,0%.

O subíndice do setor financeiro do S&P 500 caiu 1,6%. O Morgan Stanley cedeu 4,05%. O banco limitou os resgates em um de seus fundos de crédito privado depois que investidores tentaram retirar quase 11% dos ativos em circulação, segundo a Bloomberg. O Goldman Sachs cedeu 4,4% e o Citigroup recuou 3,4%.

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As American depositary shares (ADS) da Paypay saltaram 13,5% em estreia na Nasdaq após a operadora do aplicativo de pagamentos digitais do conglomerado japonês Softbank ter captado US$ 880 milhões em oferta inicial de ações (IPO) nos EUA.

A Tesla caiu 3,1% mesmo após receber licença do Office of Gas and Electricity Markets, permitindo que venda eletricidade diretamente para residências e clientes comerciais e industriais no Reino Unido.

O mercado ignorou o dado que mostrou crescimento inesperado das construções de moradias iniciadas nos EUA. "Os dados de hoje são animadores, mas não há nada que inspire confiança de que a construção de casas continuará a acelerar este ano", avaliou o Jefferies.

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*Com informações da Dow Jones Newswires

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