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Bolsas da Europa fecham sem direção única de olho em Fed, Ucrânia e inflação da zona do euro

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As bolsas europeias fecharam sem direção única nesta terça-feira, 2, conforme o sentimento de risco global tenta firmar recuperação. O movimento foi apoiado por expectativas renovadas de cortes de juros pelo Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), apesar de sinalização de alta pelo BC do Japão. Investidores também acompanharam a nova rodada de negociações sobre a guerra na Ucrânia e dados econômicos na Europa.

Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,01%, a 9.701,80 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 0,51%, a 23.709,87 pontos. Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,28%, a 8.074,61 pontos. Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,22%, a 43.354,83 pontos. Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,4%, a 16.454,00 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 1,27%, a 8.210,02 pontos. As cotações são preliminares.

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A leitura preliminar da inflação da zona do euro para novembro veio levemente acima do previsto, enquanto a taxa de desemprego superou as expectativas. Para o Nordea Bank, o dado de preços "permanece próximo da meta de 2%", reforçando a ideia de que o BCE não deve alterar juros "a menos que surjam novos choques".

Entre os destaques corporativos, a Bayer disparou mais de 11% após o governo dos EUA apoiar o pedido da companhia para que a Suprema Corte analise a tentativa de barrar milhares de ações relacionadas ao herbicida Roundup. No setor de serviços públicos, Orsted (+3%) e EDP (+1,3%) avançaram após ganhos consistentes observados ao longo do dia.

O subíndice do setor bancário subiu cerca de 1,2%, completando sete sessões seguidas de alta. No Reino Unido, bancos como Lloyds (+2,2%), HSBC (+0,8%), Barclays (+1,7%) e Standard Chartered (+1,5%) subiram após o afrouxamento das regras de capital pelo Banco da Inglaterra (BoE, na sigla em inglês), que cortou pela primeira vez em uma década sua estimativa de capital exigido aos bancos, após todos os grandes conglomerados passarem nos testes de estresse. Já mineradoras de metais preciosos recuaram com a queda do ouro, fazendo o subíndice europeu de recursos básicos recuar pouco mais de 1%.

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*Com informações da Dow Jones Newswires

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