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Bolsas da Europa fecham na maioria em baixa, após semana de altas e com atenções à Ucrânia

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As bolsas da Europa fecharam na maioria em baixa nesta segunda-feira, 11, após uma semana de ganhos para grande parte dos índices. A principal exceção é Londres, que teve movimento contrário, após o FTSE 100 recuar sob pressão das perspectivas de uma postura mais rígida do Banco da Inglaterra (BoE, na sigla em inglês). Entre setores, as maiores quedas estiveram em defesa, com as ações pressionadas pelos desdobramentos de conflitos em Israel e na Ucrânia.

O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou em baixa de 0,07%, a 546,70 pontos. Em Londres, o FTSE 100 subiu 0,37%, a 9.129,71 pontos. Em Frankfurt, o DAX caiu 0,37%, a 24.072,34 pontos. Em Paris, o CAC 40 recuou 0,57%, a 7.698,52 pontos. Cotações são preliminares.

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O caos comercial e tarifário foi, por enquanto, deixado para trás - o que se traduziu em uma melhora no sentimento do Stoxx 600 na última semana, embora as implicações concretas cheguem à atenção dos investidores aos poucos, à medida que os dados fluem e mostram os danos, afirma Ipek Ozkardeskaya, analista sênior do Swissquote Bank.

Na terça-feira, o foco estará na divulgação do índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) americano de julho. Já no começo desta semana, a "atenção está na Ucrânia e no otimismo de que pode haver progresso", avalia a analista.

Os presidentes dos EUA, Donald Trump, e da Rússia, Vladimir Putin, têm reunião marcada para sexta-feira, 15, no Alasca, para discutir o fim da guerra iniciada há três anos e meio na Ucrânia. Líderes europeus estão pressionando para que o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, seja incluído nas negociações de paz.

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A hipótese de uma trégua na Ucrânia pesou em ações de empresas de defesa alemãs. Em Frankfurt, a Rheinmetall teve queda de 4,78%, a Renk caiu 2,23%. Além disso, consta no setor as perspectivas de que a Alemanha, segundo maior provedor de armas a Israel, deixe de fornecer material bélico ao país para uso na Faixa de Gaza.

O maior destaque negativo na Europa, porém, foi a Orsted, que tombou 29,65% em Copenhague, após a fabricante dinamarquesa de turbinas eólicas anunciar que planeja fazer uma emissão de direitos equivalente a US$ 9,4 bilhões devido a um revés no mercado de energia eólica offshore dos EUA.

Em Milão, o FTSE MIB caiu 0,10%, a 41.583,59 pontos. Em Madri, o Ibex35 subiu 0,14%, a 14.845,00 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 recuou 0,46%, a 7.744,72 pontos.

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