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Bolsas da Europa fecham na maioria em alta, com Oriente Médio e de olho em gastos com defesa

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As bolsas da Europa fecharam na maioria em alta nesta quinta-feira, 26, em sessão que seguiu com o alívio pela redução das tensões no Oriente Médio com o cessar-fogo entre Israel e Irã, que vem sendo cumprido. Além disso, o acordo da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) para aumento de gastos entre os integrantes da aliança recebe atenções, com implicações importantes para o setor de defesa.

O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou em alta de 0,09%, a 537,48 pontos. Em Londres, o FTSE 100 subiu 0,19%, a 8.735,60 pontos. Em Frankfurt, o DAX avançou 0,56%, a 23.630,28 pontos. Em Paris, o CAC 40 caiu 0,01%, a 7.557,31 pontos.

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O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, endossou os comentários do presidente americano, Donald Trump, e disse que os ataques contra o Irã "foram históricos e de sucesso" e, por isso, os americanos devem celebrar.

Trump está furioso com a Espanha, que se recusou a aumentar seu orçamento militar para 5% do PIB - ao contrário de vários outros membros da Otan, afirma Ipek Ozkardeskaya, analista sênior do Swissquote Bank. As ações de defesa subiram quase 2% depois que a Babcock anunciou sua primeira recompra de ações - um movimento que confirma o crescimento dos gastos militares europeus, avalia. A empresa também aumentou seus dividendos e impulsionou as projeções de médio prazo.

A independência do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) também está no radar. Segundo reportagem do The Wall Street Journal, Trump está considerando antecipar a nomeação do próximo presidente do Fed para minar o atual ocupante do cargo, Jerome Powell, que tem resistido a pressões do republicano para que volte a cortar juros.

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A Shell negou nesta quinta-feira que esteja em negociações para adquirir a rival BP, o que foi sugerido na quarta-feira em um artigo do WSJ. Em Londres, as ações da primeira subiram 0,12% e as da segunda 1,30%.

Já o J.P. Morgan colocou o Carrefour em sua lista de Observação Negativa de Catalisadores, citando uma perspectiva de lucros em deterioração e tendências de fluxo de caixa fraco. O banco reafirmou sua classificação de "subponderação" e reduziu seu preço-alvo para dezembro de 2026 de ? 10 para ? 9, o que implica uma queda de 30% em relação ao preço de fechamento de 25 de junho de ? 12,75. Em Paris, as ações do varejista tombaram 7,81%.

Em Milão, o FTSE MIB subiu 0,08%, a 39.351,32 pontos. Em Madri, o Ibex35 avançou 0,03%, a 13.815,50 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 teve alta de 0,49%, a 7.431,19 pontos.

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