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Bolsas da Europa fecham mistas, com negociações tarifárias e BCE; Londres renova recorde

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As bolsas da Europa fecharam sem direção única nesta quinta-feira, 24 em mais uma sessão que acompanhou as negociações da União Europeia com o governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, por tarifas. Além disso, houve a esperada manutenção de juros pelo Banco Central Europeu (BCE), que foi seguida de declarações vistas como mais restritivas à política monetária. Fora da zona do euro, o FTSE 100 renovou seu recorde histórico de fechamento em Londres, enquanto a temporada de balanços prossegue.

O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou em alta de 0,24%, a 551,55 pontos. Em Londres, o FTSE 100 subiu 0,85%, a 9.138,37 pontos. Em Frankfurt, o DAX avançou 0,27%, a 24.307,02 pontos. Em Paris, o CAC 40 recuou 0,41%, a 7.818,28 pontos. As cotações são preliminares.

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A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, voltou a dizer que o foco do bloco é alcançar uma solução negociada com os EUA e que estão em andamento "discussões políticas intensas", mas ressaltou que "todos os instrumentos continuam 'na mesa' até que tenhamos resultado satisfatório em negociações". O The Wall Street Journal menciona que os países membros aprovaram um plano de tarifar 93 bilhões de euros em bens americanos caso as conversas comerciais entre as duas partes fracassem.

O secretário de Comércio dos EUA, Howard Lutnick, afirmou nesta quinta que UE está sob forte pressão para firmar novos acordos com o país antes do prazo de 1º de agosto. Segundo ele, a UE está ansiosa para evitar tarifas mais pesadas. Ele disse que Trump alertou os europeus de que, sem um entendimento, a alíquota para o bloco "será 30%". "A UE realmente quer fazer um acordo", apontou.

A Capital Economics deixou de prever corte de juros do BCE em setembro. Agora, a consultoria projeta manutenção por tempo indeterminado. Segundo a instituição, a revisão reflete a mudança no tom da presidente do BCE, Christine Lagarde, que adotou uma postura mais "hawkish". Lagarde se mostrou mais confiante em relação ao crescimento econômico da zona do euro e evitou opinar sobre impactos de negociações comerciais, de acordo com a Capital.

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O PMI composto da zona do euro subiu para 51 em junho, vindo acima do previsto e tocando o maior nível em 11 meses, segundo levantamento preliminar. No Reino Unido, por outro lado, o mesmo indicador sofreu uma inesperada queda neste mês.

Tanto o alemão Deutsche Bank quanto o francês BNP Paribas superam expectativas de lucro e receita no segundo trimestre. O Deutsche Bank saltou 9,13% em Frankfurt e o BNP teve alta de 0,40% em Paris. Em Londres, a Vodafone ganhou 3,01%, diante de avanço na receita. Ainda na capital britânica, a gigante de telecomunicações BT Group saltou 10,13%, após indicar Patricia Cobian como nova CFO e reforçar guidance. Já AstraZeneca teve alta de 2,12%, na esteira de resultado favorável em teste de medicamento contra uma rara doença autoimune.

Em Milão, o FTSE MIB caiu 0,24%, a 40.599,68 pontos. Em Madri, o Ibex35 avançou 1,34%, a 14.256,50 pontos, com forte desempenho dos bancos. Em Lisboa, o PSI 20 subiu 0,25%, a 7.737,00 pontos.

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