Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Bolsas da Europa fecham em forte queda com escalada de conflito no Oriente Médio

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

As bolsas europeias fecharam em queda acentuada nesta segunda-feira, 02, pressionadas pela escalada do conflito no Oriente Médio após ataques dos EUA e de Israel ao Irã, que elevaram a aversão a risco global e impulsionaram fortemente o petróleo. O avanço da commodity reacendeu temores inflacionários e de desaceleração econômica, penalizando sobretudo ações sensíveis ao ciclo, como viagens, varejo e bancos, enquanto papéis de energia e defesa limitaram perdas mais amplas.

Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 1,20%, a 10.780,11 pontos. Em Frankfurt, o DAX caiu 2,42%, a 24.672,40 pontos. Em Paris, o CAC 40 perdeu 2,17%, a 8.394,32 pontos. Em Milão, o FTSE MIB recuou 1,97%, a 46.280,40 pontos. Em Madri, o Ibex 35 caiu 2,65%, a 17.875,00 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 caiu 0,04%, a 9.272,47 pontos. As cotações são preliminares.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

A revisão confirmou que o PMI industrial da zona do euro voltou ao terreno de expansão, enquanto o indicador do Reino Unido caiu e frustrou estimativas iniciais. Para a Commerzbank, um conflito prolongado pode elevar a inflação da região em até 1 ponto porcentual e reduzir o crescimento em alguns décimos, com risco de o petróleo se aproximar de US$ 100. O RBC Capital Markets destacou possível impacto negativo sobre o varejo europeu, enquanto o Vontobel vê pressão adicional sobre o segmento de luxo.

Entre as ações, petrolíferas lideraram ganhos, com Var Energi e Equinor registrando fortes altas de cerca de 6% e 8%, respectivamente, na esteira do salto do petróleo. No setor de defesa, BAE Systems avançou cerca de 5,3%, ao lado da Leonardo, que subiu pouco mais de 2,5%.

Na ponta negativa, empresas de turismo e transporte recuaram. TUI e Carnival figuraram entre as baixas, com quedas de cerca de 10% e 8%, respectivamente. Companhias aéreas, como IAG e Lufthansa caíram perto de 5% cada, refletindo interrupções no tráfego aéreo e temor de enfraquecimento da demanda. Pressionado por possíveis temores inflacionários, o setor bancário recuou cerca de 3%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

*Com informações da Dow Jones Newswires.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline