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Bolsas da Europa fecham em baixa, pressionadas por ameaças tarifárias

Uma guerra comercial envolvendo tarifas retaliatórias entre os EUA e a Europa seria má notícia para todas as partes

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Bolsas da Europa fecham em baixa, pressionadas por ameaças tarifárias
Autor ilustrativo - Foto: Reprodução/pixabay

As bolsas da Europa fecharam em baixa nesta terça-feira, 26, pressionadas pelas menções possíveis novas tarifas pelo presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump. Ainda que o republicano não tenha citado países europeus diretamente, o temor por um cenário mais protecionista pressionou os papéis, com destaque para as quedas de siderúrgicas e montadoras.

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O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou em queda de 0,54%, a 506,04 pontos.

Na véspera, Trump disse que a imposição de uma tarifa de 25% a importações provenientes do México e do Canadá estará entre as "muitas ordens executivas" que pretende emitir em 20 de janeiro de 2025, dia de sua posse. O dirigente sinalizou ainda que "uma tarifa adicional de 10%" sobre produtos da China. A Europa não pode "respirar aliviada" por não ter sido citada na primeira postagem sobre tarifas de Trump, de acordo com análise do ING. O banco holandês explica que é esperado que os formuladores de política da zona do euro continuem apreensivos, já que pode ser apenas uma questão de tempo até que o republicano volte a sua atenção para o setor automotivo europeu ou por tarifas em geral, de maneira ampla.

Uma guerra comercial envolvendo tarifas retaliatórias entre os EUA e a Europa seria má notícia para todas as partes, disse nesta terça-feira o vice-presidente do Banco Central Europeu (BCE), Luis de Guindos. "Quando se impõem tarifas, é preciso estar preparado para a retaliação do outro lado", afirmou.

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Em Frankfurt, a montadora Daimler Truck perdia 5,79% e a Volkswagen AG recuou 2,59%, enquanto a siderúrgica ThyssenKrupp caiu 2,96%. Na cidade, o DAX recuou 0,52%, a 19.304,88 pontos. Em Paris, a Stellantis, recuou 4,79% e a ArcelorMittal caiu 3,89%, enquanto o CAC 40 teve queda de 0,87%, a 7.194,51 pontos. Na visão do Julius Baer, os fabricantes de automóveis enfrentam desafios estruturais e exposição tarifária adicional. "Indiscutivelmente, uma grande parte desses riscos já está precificada para esses segmentos, e os nossos analistas veem valor em nomes de qualidade seletivos, mas provavelmente levará algum tempo para se concretizarem", avalia.

Já as ações do Unicredit recuaram 1,12% em Milão, após o BPM afirmar que a oferta de mais de US$ 10 bilhões do banco subvaloriza o negócio, um dia depois de o segundo maior banco da Itália em ativos ter feito uma jogada surpresa sobre seu concorrente de menor porte. Os papéis do BPM caíram 1,08%, enquanto o FTSE MIB recuou 0,78%, a 33.167,64 pontos. Em Londres, o FTSE 100 caiu 0,40%, a 8.258,61 pontos. Em Madri, o Ibex35 teve queda de 0,72%, a 11.626,90 pontos. Em Lisboa, o PSI20 cedeu 0,36%, a 6.415,40 pontos.

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