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Bolsas da Europa fecham em baixa, após altas por cessar-fogo, de olho em gastos com Defesa

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As bolsas da Europa fecharam em baixa nesta quarta-feira, 25, após as fortes altas da terça-feira, 24, quando subiram impulsionadas pela implementação do cessar-fogo entre Israel e Irã. Além das disputas no Oriente Médio, entra no radar a reunião de líderes da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), realizada em Haia, na Holanda, e onde será discutido o aumento dos gastos com Defesa dos integrantes da aliança, algo com potenciais impactos fiscais e para as empresas do setor. Madri teve a maior das quedas, com ações bancárias pressionadas pela postura do governo para a tentativa de compra do banco Sabadell pelo BBVA.

O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou em baixa de 0,74%, a 536,98 pontos. Em Londres, o FTSE 100 recuou 0,46%, a 8.718,75 pontos. Em Frankfurt, o DAX caiu 0,57%, a 23.507,95 pontos. Em Paris, o CAC 40 teve baixa de 0,76%, a 7.558,16 pontos.

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O presidente dos EUA, Donald Trump, declarou nesta quarta que o cessar-fogo entre Israel e Irã "está indo bem", um dia após criticar os dois lados por violações do acordo já nas primeiras horas em vigor. Trump está em Haia, onde participa da cúpula da Otan. O enviado de Trump para o Oriente Médio, Steve Witkoff, por sua vez, disse na terça-feira à Fox News que conversas iniciais entre os EUA e o Irã para a retomada de negociações sobre o programa nuclear de Teerã foram "promissoras".

Se implementada integralmente e financiada por meio de empréstimos, a meta dos membros da Otan de aumentar os gastos com defesa para 3,5% do PIB até 2035 poderá elevar o endividamento em 10% ou mais do PIB na próxima década, calcula a Capital Economics. Isso aumentaria os riscos fiscais em alguns países, principalmente Bélgica, França e Itália. Empréstimos adicionais nessa escala agravariam uma posição fiscal já frágil, aumentando o risco de uma liquidação nos mercados de títulos do governo em algum momento nos próximos anos, alerta.

As ações europeias de defesa, que impulsionaram os índices no primeiro semestre, provavelmente já precificaram a maior parte dos benefícios do aumento dos gastos governamentais, avalia Ipek Ozkardeskaya, analista sênior do Swissquote Bank. Pode haver outra vantagem para o setor - se os EUA não confirmarem que protegerão um membro da Otan em caso de ataque - essa é uma grande preocupação atual, avalia.

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Em Madri, BBVA recuou 3,09% e Sabadell 2,15%, enquanto o Ibex35 caiu 1,59%, a 13.811,80 pontos. O BBVA continua analisando as condições impostas pelo Governo para a aquisição do Sabadell, sem descartar a possibilidade de retirá-la ou recorrer judicialmente. Em Milão, o FTSE MIB caiu 0,39%, a 39.319,14 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 recuou 0,77%, a 7.394,60 pontos.

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