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BofA recomenda posição comprada em real ante peso mexicano com commodity e carry

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O Bank of America Securities acredita que o Brasil deve ser um provável vencedor relativo entre as moedas de emergentes diante do atual cenário de preços mais elevados de energia e em razão do carry, que deve seguir favorecendo o país em relação ao México, no curto prazo.

Em relatório, o Bofa Securities aposta em uma posição comprada no Real ante o peso mexicano com um alvo de 3,8 pesos mexicanos e um patamar de stop - um nível de preço pré-definido para limitar perdas ou proteger lucros - de 3,2 pesos mexicanos. Nesta sexta-feira, 27, a cotação real/peso mexicano estava em 3,4551 pesos mexicanos.

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"O real está barato ante o peso mexicano e oferece um carry mais elevado", diz o BofA. Os riscos para a estratégia poderiam vir de uma reviravolta para uma postura mais conservadora pelo Banco Central do México ou de surpresa política no Brasil antes das eleições.

Para a instituição, diante da economia brasileira fortemente vinculada às commodities, o real tem a mais forte correlação positiva com os preços do petróleo na região e, portanto, deve ter um desempenho superior em termos relativos.

Sobre a relação risco/retorno associado à eleição, o BofA julga que há um quadro de assimetria, dado que o cenário de um governo "pouco amigável" para o mercado seria um prolongamento do status quo. Mas um cenário amigável para o mercado representaria potencialmente uma melhora muito significativa para a diretriz política econômica. "Vimos as pesquisas recentes sugerindo uma gradual, mas bastante grande probabilidade de um desfecho amigável para o mercado", pontua a instituição.

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