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Bessent vê juros acima do neutro e diz que Trump deve anunciar chefe do Fed ainda em janeiro

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O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, voltou a defender nesta quinta-feira, 8, uma mudança na diretriz da política monetária ao afirmar que os juros norte-americanos seguem "substancialmente acima do nível neutro". Segundo ele, "não deveríamos estar em modo restritivo", já que a maioria dos modelos aponta uma taxa básica ideal do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) entre 2,5% e 3,25%.

Durante evento do Economic Club Minnesota, o secretário também comentou o processo de escolha do próximo presidente do banco central.

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Ele afirmou que ainda há quatro candidatos na disputa e voltou a confirmar que o atual diretor do Fed Christopher Waller é um deles. Segundo Bessent, um dos candidatos ainda não foi entrevistado. Ele é Rick Rieder, executivo da Blackrock. De acordo com o secretário, o indicado do presidente dos EUA, Donald Trump, para comandar o Fed deve ser anunciado ainda em janeiro pelo próprio republicano.

No campo fiscal, Bessent reiterou a expectativa de melhora das contas públicas. Para o ano-calendário de 2025, ele afirmou que vê uma redução do déficit entre US$ 300 bilhões e US$ 500 bilhões. Em outra frente, disse que a recuperação de recursos perdidos em fraudes pode ajudar a financiar um orçamento maior para defesa, como defendido por Trump.

Bessent também voltou a defender a política comercial do governo. Segundo ele, "nossa capacidade de continuar arrecadando tarifas nos mesmos níveis não está em dúvida".

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O secretário afirmou ainda que as tarifas aplicadas com base na Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA) ajudaram a levar México e Canadá à mesa de negociações sobre o combate ao fentanil. No caso da China, disse que o país "está levando o tema do fentanil a sério pela primeira vez" justamente por causa dessas tarifas.

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