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Bessent prevê novos acordos comerciais dos EUA antes do prazo de 9/7 para tarifas recíprocas

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O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, disse nesta sexta-feira, 27, que o país deve anunciar acordos comerciais com vários países antes do prazo de 9 de julho estabelecido pelo presidente norte-americano, Donald Trump, para a implementação de tarifas recíprocas. Em entrevista à CNBC, Bessent citou estimativas apresentadas pelo secretário do Comércio dos EUA, Howard Lutnick, de 10 a 12 países com que os EUA fecharão acordo comercial.

"Há provavelmente outros 20 países que podem voltar às tarifas recíprocas de 2 de abril enquanto trabalhamos no acordo, ou então se acharmos que estão negociado de boa fé, eles podem ficar na tarifa mínima de 10%", explicou Bessent.

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Ele acrescentou que o pacto firmado nesta semana com a China é uma continuação do acordo de Genebra. Para ele, há sinais de que as terras-raras e os imãs da China estão começando a fluir outra vez.

O secretário se disse otimista de que Trump poderá assinar o projeto fiscal em análise no Congresso até 4 de julho.

Canadá

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Scott Bessent criticou o Canadá por implementar, a partir da próxima segunda-feira, 30, uma tributação sobre serviços digitais de maneira retroativa. Mais cedo, Trump anunciou o encerramento das negociações comerciais com o país vizinho por esse motivo.

Na entrevista à CNBC, Bessent disse acreditar que o Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR) iniciará uma investigação sobre o Canadá no âmbito da Seção 301, o que pode significar tarifas mais duradouras sobre produtos canadenses.

Segundo ele, embora alguns países da União Europeia também tenham anunciado tributação de empresas de tecnologia americanas, nenhum deles o fez de maneira retroativa.

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Volatilidade do dólar

O secretário do Tesouro dos Estados Unidos minimizou a recente volatilidade do dólar, em meio a incertezas sobre a política tarifária de Trump. "É natural que moedas oscilem", disse, em entrevista à CNBC.

Bessent assegurou que os EUA ainda têm uma "política forte" para o dólar. Segundo ele, a expectativa de mais gastos fiscais na Europa tende a apreciar o euro.

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O secretário também negou que "necessariamente" autoridades da Casa Branca estejam discutindo a ideia de anunciar um sucessor do presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, muito tempo antes do fim do mandato do banqueiro central, no começo do ano que vem.

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