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Bessent: EUA usam tarifas para reduzir as aplicadas ao país, como no caso do Brasil

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Questionado nesta quarta-feira, 4, sobre os efeitos das tarifas a outros países para apoiar a indústria americana, o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, respondeu que a administração as usou visando reduzir aquelas aplicadas aos produtos norte-americanos, como nos casos de Brasil e Colômbia. As respostas ocorreram em testemunho perante o Comitê de Serviços Financeiros da Câmara dos Representantes, no qual Bessent se negou a afirmar se uma declaração antiga sua de que as tarifas eram inflacionárias estava correta.

Também evasivo, ao ser questionado, Bessent não respondeu sobre a possibilidade de remoção de membros do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) por discordâncias com o presidente norte-americano ser válida. Por sua vez, ele indicou acreditar que o presidente Donald Trump tem direito de opinar sobre política monetária. Segundo ele, o Fed teve a independência afetada ao interferir em outras áreas e perdeu a confiança quando inflação saiu do controle no governo anterior.

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Ainda sobre a autoridade, disse que Donald Trump "deixou claro" que as moedas digitais de bancos centrais (CDBC) vão contra os planos da administração, e que espera que esta seja a mesma posição da autoridade monetária. Segundo o secretário, não há uma busca por desregulamentação financeira a todo custo. Ele defendeu ainda a continuidade de políticas que fortaleçam o dólar.

Sobre a Venezuela, mais uma vez evasivo, o secretário não apontou quais dispositivos legais Washington possui para comandar setores do país, especialmente o de hidrocarbonetos. Por sua vez, apontou: "teremos auditores externos para monitorar fluxo de fundos petrolíferos à Venezuela". Bessent disse ainda que as prioridades de Defesa são as mesmas da economia, "começando com minerais críticos".

Sobre preços de habitação, afirmou que as hipotecas tocaram a mínima em três meses em janeiro, caminhando para redução de custos.

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Bessent reforçou uma série de vezes que imigrantes ilegais impulsionam a alta de preços de alugueis, e que as ações recentes da administração no tema tendem a reduzir a demanda. Sobre inflação e atividade, Bessent afirmou: "estamos a caminho de um crescimento de 3%, economia está indo muito bem".

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