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Bessent diz que tarifas não impactaram inflação e que não apoia redução tarifária ao Canadá

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O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, admitiu nesta quinta-feira, 5, no Senado, ter errado nas previsões sobre o impacto das tarifas de Donald Trump na inflação em 2024. Ele também afirmou que não apoiará a redução das tarifas no Canadá após o acordo comercial do país com a China.

"A inflação seguiu o caminho oposto às minhas previsões e caiu. Eu previa inflação e dólar mais fortes devido às tarifas", disse, após reafirmar que o índice está recuando e o objetivo do governo é assegurar que ele chegue à meta de 2%.

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O chefe do Tesouro também disse que não apoiaria uma redução nas barreiras tarifárias impostas ao Canadá, após o país vizinho aprovar um acordo comercial com a China. "O Canadá reduziu as tarifas de veículos elétricos chineses, enquanto temos tarifas de 100% contra eles. Não podemos deixar nossa fronteira ser usada para que os chineses carros elétricos chineses entrassem nos EUA", defendeu Bessent.

Bessent ainda afirmou que o presidente Trump falou num prazo de duração de um ano para medida do governo para limitar a taxa dos cartões de crédito. "Estamos examinando o que causaria no mercado acionário e também veremos se isso cortaria custos. Os ganhos das empresas de cartão de crédito não precisam ser impactados", avaliou ele.

Sobre o Irã, o secretário afirmou estar vendo que lideranças do país estão retirando suas riquezas do país "freneticamente", o que demonstra que o regime dos aiatolás está "próximo do fim". Em relação às sanções contra a Rússia, Bessent explicou que a ampliação delas dependiam das negociações de paz em andamento.

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