Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Argentina quita acordo cambial com EUA e encerra uso de swap de US$ 20 bi

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A Argentina quitou de forma "rápida e integral" as operações realizadas no âmbito do acordo de estabilização cambial firmado com os Estados Unidos, segundo anúncio feito pelo secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent, e confirmado pelo Banco Central do país sul-americano. O pagamento encerra o uso limitado da linha de swap com os EUA e deixa o Fundo de Estabilização Cambial (ESF, na sigla em inglês) "sem deter nenhum peso", de acordo com o secretário.

Em publicação no X, Bessent afirmou que a quitação reflete a "posição financeira fortalecida" da Argentina e representa "uma vitória clara da estratégia America First", ao "estabilizar um forte aliado dos EUA e gerar dezenas de milhões de dólares em lucro para o contribuinte americano". Ele destacou que o ESF jamais registrou prejuízo e foi integralmente reembolsado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

O Banco Central da Argentina (BCRA) confirmou que, em dezembro de 2025, quitou as operações realizadas durante o quarto trimestre de 2025 com o Tesouro norte-americano no âmbito do acordo de estabilização cambial de US$ 20 bilhões, firmado no fim de outubro.

Bessent afirmou ainda que a medida ocorre em um contexto de reformas econômicas conduzidas pelo presidente argentino, Javier Milei, que, segundo ele, "segue entregando resultados com força total", com recuperação do acesso aos mercados financeiros e mudanças "encorajadoras" nas políticas monetária e cambial.

O secretário ressaltou o apoio da comunidade internacional, incluindo o Fundo Monetário Internacional (FMI), e disse que, com a Argentina estabilizada, "os mercados agora atendem às necessidades de financiamento" do país latino.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline