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Alckmin diz que espera internalização do acordo Mercosul-UE em questão de semanas

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O presidente da República em exercício, Geraldo Alckmin, disse nesta sexta-feira, 20, que deve ser aprovada em breve a internalização do acordo entre o Mercosul e a União Europeia (UE). Questionado se o acordo está parado, ele respondeu: "Não, não, está indo muito bem, deve ser aprovado agora, dia 24, no Parlasul, na Câmara Federal, a comissão do Parlasul deve aprovar a internalização do acordo, em seguida vai ao Senado Federal e, sendo aprovado pelo Senado e assinado pelo presidente, nós temos a internalização, você já tem os efeitos do acordo, que é o maior acordo do mundo, do ponto de vista de blocos."

A Representação Brasileira no Parlamento do Mercosul (Parlasul) deve retomar na próxima semana a análise do Acordo Provisório de Comércio entre o Mercosul e a União Europeia.

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O deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), presidente da representação, já leu seu relatório favorável ao acordo. Se for aprovado pela representação, o acordo seguirá para o plenário da Câmara dos Deputados e, posteriormente, para o plenário do Senado.

Alckmin destacou que o acordo reúne os 27 países europeus, os quatro países do Mercosul e a Bolívia, que está em processo de adesão ao bloco, com um mercado de US$ 22 trilhões. "É um acordo super importante, e a gente espera a internalização em questão de semanas", defendeu.

O vice-presidente Alckmin, que também é ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, está na presidência interina durante viagem internacional do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Índia e à Coreia do Sul, onde ficará até a próxima terça-feira, 24.

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