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Alagoas e Goiás tiveram maior alta de despesas correntes no 2º bimestre, mostra Tesouro

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Os Estados de Alagoas e Goiás registraram os maiores crescimentos porcentuais nas despesas correntes no segundo bimestre de 2025, de 36% e 27%, respectivamente, em comparação com o mesmo período de 2024. Já Amapá (1%) e Rio de Janeiro (5%) apresentaram os menores avanços desse indicador. Os dados constam do Relatório Resumido de Execução Orçamentária em Foco dos Estados e do Distrito Federal, referente ao segundo bimestre de 2025, publicado nesta terça-feira, 24, pelo Tesouro Nacional.

Na comparação entre os bimestres, todos os Estados registraram aumento nas despesas correntes. Em 21 das 27 Unidades da Federação analisadas, o crescimento dessas despesas superou o avanço da receita corrente no período. A análise considera as receitas correntes realizadas e as despesas correntes liquidadas no segundo bimestre de 2025.

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Considerando a receita corrente realizada, os Estados que registraram os maiores aumentos no período foram Rio de Janeiro (16%) e Mato Grosso (15%). Já Amapá (-15%), Maranhão (-8%), Pernambuco (-3%) e Bahia (-3%) apresentaram queda na comparação entre os bimestres.

Outro grupo relevante de gastos dos entes subnacionais são as despesas com investimentos, cujos maiores porcentuais foram registrados no Piauí (16%), Espírito Santo (11%) e Pará (11%). Por outro lado, Rondônia (0%), Minas Gerais, Rio Grande do Norte, Roraima, Rio Grande do Sul e Tocantins, todos com 1%, apresentaram os menores níveis de investimento no período.

Despesa por função

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Na função Educação, os maiores porcentuais de gasto em relação ao total foram registrados no Acre (24%), Amapá (24%) e Paraná (24%). Por outro lado, Alagoas (9%), Espírito Santo (10%) e Rio de Janeiro (11%) apresentaram os menores índices nessa área.

No caso da Saúde, os porcentuais mais elevados foram verificados no Tocantins (25%), Pernambuco (24%), Roraima (21%) e Sergipe (21%). Já Mato Grosso do Sul (9%), Rio Grande do Norte (9%), Mato Grosso (11%) e São Paulo (11%) registraram os menores níveis de gasto relativo na função.

Em Segurança Pública, destacaram-se Minas Gerais (22%), Alagoas (17%), Rio de Janeiro (16%) e Rondônia (16%) como os Estados com maiores alocações. Em contraste, Distrito Federal (4%) e São Paulo (5%) apresentaram os menores porcentuais de despesa empenhada nesse setor.

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Já na função Previdência Social, as maiores participações foram observadas no Rio Grande do Norte (41%), Rio de Janeiro (27%) e Rio Grande do Sul (26%). Os menores porcentuais ficaram com Amapá (1%), Roraima (4%) e São Paulo (9%).

Restos a pagar e dívida consolidada

Os governos regionais que mais quitaram Restos a Pagar (RAP) até o segundo bimestre de 2025, em relação ao total inscrito até 31 de dezembro de 2024, foram o do Distrito Federal (77%), Mato Grosso do Sul (76%) e Santa Catarina (74%). Já os menores porcentuais de pagamento foram registrados no Amapá (15%), Rio Grande do Sul (33%) e Acre (34%). Um baixo nível de quitação de RAP ao longo do ano pode indicar dificuldades para honrar despesas de exercícios anteriores, diz o Tesouro.

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O relatório também apresenta a variação da Dívida Consolidada (DC) até o segundo bimestre de 2025, em comparação à DC em 31 de dezembro de 2024. Os maiores aumentos foram observados no Piauí (11%), Paraíba (6%) e Pará (6%), enquanto Maranhão (-14%), Rio Grande do Norte (-12%) e Acre (-7%) registraram as maiores reduções.

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