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Zoom é condenado por mentir sobre criptografia de ponta a ponta

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Zoom é condenado por mentir sobre criptografia de ponta a ponta
Autor Foto: Olivier Douliery/Reprodução

O Zoom é condenado após mentir sobre criptografia de ponta a ponta para usuários. O sistema de Videochamadas vem sendo muito utilizado, principalmente durante a pandemia causada pela Covid-19.

Os servidores do Zoom mantêm as chaves criptográficas que permitiriam à empresa acessar o conteúdo das reuniões de seus clientes. Essa prática acaba com todo o propósito do termo "ponta a ponta", que implica em uma criptografia que não pode ser quebrada nem mesmo pela empresa que gere o sistema.

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A empresa ainda alegou aos usuários que queriam armazenar reuniões gravadas em nuvem da empresa, que elas seriam criptografadas imediatamente após seu término. Em vez disso, elas foram armazenadas sem criptografia por até 60 dias.

A Zoom concordou em implementar um programa de segurança abrangente (a criptografia ponta a ponta não foi incluída no acordo, mas a empresa já anunciou que vai fazer isso). Não haverá compensação monetária para os usuários enganados.

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