Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Cotidiano

publicidade
COTIDIANO

Vírus Nipah: Ministério da Saúde diz que risco é baixo e que doença não ameaça o Brasil

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O Ministério da Saúde divulgou nesta sexta-feira, 30, nota informando que o risco relacionado ao vírus Nipah é baixo e que a doença não representa ameaça ao Brasil. A pasta afirma ainda que não há indícios de que o vírus possa provocar uma pandemia.

Segundo o ministério, não há evidências de disseminação internacional nem risco para a população brasileira. Além disso, autoridades nacionais estão monitorando o cenário em articulação com organismos internacionais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

"No Brasil, o Ministério da Saúde mantém protocolos permanentes de vigilância e resposta a agentes altamente patogênicos, em articulação com instituições de referência como o Instituto Evandro Chagas e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), além da participação da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas)", informa a nota.

O posicionamento, segundo o ministério, estaria alinhado ao da Organização Mundial da Saúde (OMS), que também avalia como baixo o risco de uma pandemia associada à infecção por esse micro-organismo.

Até o momento, dois casos de infecção pelo vírus Nipah foram confirmados na Índia, ambos em mulheres que atuam como enfermeiras. Não há registro de circulação do vírus fora do sudeste asiático.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No início da semana, o governo indiano informou que a situação está sob controle e que 198 pessoas que tiveram contato com as pacientes infectadas foram testadas, todas com resultado negativo para a doença.

O que é o vírus Nipah?

O vírus Nipah foi identificado pela primeira vez em 1998, na Malásia, e, desde então, surtos foram registrados em diferentes países do continente asiático. Segundo a OMS, o surto anterior ao atual, na Índia, ocorreu nas Filipinas, em 2014.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A transmissão ocorre por meio do contato com animais infectados, do consumo de alimentos contaminados ou da transmissão direta entre pessoas, especialmente por fluidos corporais e gotículas respiratórias. Os morcegos são os hospedeiros naturais do vírus, mas outros animais, como porcos e cavalos, também podem ser infectados.

Em humanos, a infecção pode ser assintomática, mas também pode causar quadros respiratórios e evoluir para encefalite fatal. A taxa de letalidade é estimada entre 40% e 75%, podendo variar conforme o surto, a capacidade local de vigilância epidemiológica e o manejo clínico dos pacientes.

Os sintomas iniciais mais comuns incluem febre, dor de cabeça, dores musculares, vômitos e dor de garganta. Com a progressão da doença, podem surgir tontura, sonolência, alteração do nível de consciência e sinais neurológicos indicativos de encefalite aguda. Em casos mais graves, há registros de pneumonia atípica, convulsões, insuficiência respiratória e coma.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Cotidiano

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline