Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Cotidiano

publicidade
COTIDIANO

Vírus Nipah: governo indiano reafirma haver apenas dois casos e diz que monitora a situação

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O Ministério da Saúde da Índia reafirmou na terça-feira, 27, que foram confirmados apenas dois casos de infecção pelo vírus Nipah no país desde dezembro.

Segundo a nota oficial, divulgada após a circulação de números inflados sobre a doença, os dois casos foram registrados no estado de Bengala Ocidental.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Os casos confirmados envolvem duas enfermeiras do mesmo hospital, que permanecem internadas com um quadro de insuficiência respiratória e inflamação do cérebro (encefalite).

As 196 pessoas que tiveram contato com as pacientes confirmadas foram rastreadas, monitoradas e testadas, com resultado negativo para o vírus Nipah, segundo a pasta.

Ainda de acordo com o ministério, após a confirmação das infecções, foram adotadas medidas para conter a disseminação do vírus e a situação segue sob monitoramento constante.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O que é o vírus Nipah?

O vírus Nipah foi identificado pela primeira vez em 1999, na Malásia, e desde então circulou por diferentes países asiáticos.

A transmissão ocorre por meio do contato com animais infectados, consumo de alimentos contaminados ou transmissão direta entre pessoas, especialmente por meio de fluidos corporais e gotículas respiratórias. Os morcegos são os hospedeiros naturais do vírus, mas outros animais, como porcos e cavalos, também podem ser infectados.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em humanos, a infecção pode ser assintomática, mas também pode causar infecções respiratórias e evoluir para encefalite fatal. A taxa de letalidade é estimada entre 40% e 75%, podendo variar de acordo com o surto, a capacidade local de vigilância epidemiológica e o manejo clínico dos pacientes.

Os sintomas iniciais mais comuns incluem febre, dor de cabeça, dores musculares, vômitos e dor de garganta. Com a progressão da doença, podem surgir tontura, sonolência, alteração do nível de consciência e sinais neurológicos, indicativos de encefalite aguda. Em casos mais graves, há registro de pneumonia atípica, convulsões, insuficiência respiratória e coma.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Cotidiano

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline