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Velório dos 12 universitários mortos em acidente reúne multidão no interior de SP

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Milhares de pessoas comparecerem ao velório coletivo dos 12 estudantes da Universidade de Franca (Unifran) que morreram no acidente de trânsito em Nuporanga, interior paulista, na noite da última quinta, 20. Os corpos foram velados neste sábado, 22, em cerimônias realizadas no Lions Clube e no Velório Municipal, ambos em São Joaquim da Barra, cidade de 51,4 mil habitantes.

Cerca de 150 coroas de flores foram enviadas para homenagear os estudantes, conforme mostrou o jornal da EPTV, afiliada da Rede Globo. No Lions Clube, 10 vítimas foram veladas. No Velório Municipal, em cerimônias mais reservadas, outras duas famílias velavam dois dos estudantes mortos no acidente.

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Em um último gesto de despedida, a multidão presente acompanhou os cortejos até o Cemitério Municipal da cidade, onde as 12 vítimas foram enterradas. O prefeito de São Joaquim da Barra, Wagner Schmidt (MDB), decretou luto oficial de três dias na cidade e suspendeu todas as atividades culturais, educacionais e artísticas no período.

Os estudantes morreram após um caminhão de carreta bi-caçamba se chocar contra o ônibus em que estavam, na Rodovia Waldir Canevari, no momento em que as vítimas voltavam de Franca, onde estudavam. Além das 12 mortes, o acidente também deixou outras 21 pessoas feridas.

O motorista da carreta, que precisou ser hospitalizado, foi autuado em flagrante por fuga, homicídio culposo e lesão corporal culposa na direção de veículo automotor. Ao Estadão, a defesa do motorista alegou que ele não fugiu, apenas se escondeu por medo de linchamento.

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"Ele não chegou a ter fraturas, mas ficou bastante ferido e, quando ouviu gritos de 'pega o motorista', se escondeu em um canavial. Fomos até lá e ele foi apresentado à polícia ainda no local do acidente. A polícia entendeu que houve evasão do local do acidente, mas ele estava lá", disse, o advogado Marcos Henrique Coltri.

Conforme o defensor, um degrau na pista pode ter contribuído para o acidente. "Não foi uma colisão frontal, mas lateral. A pista é muito estreita e tem um degrau muito grande. Dois veículos de porte passam muito rente um do outro. O motorista disse que acabou caindo no degrau e, ao voltar para a pista, a caçamba atingiu a lateral do ônibus, cortou a lateral toda."

A Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo disse que a Polícia Civil investiga as causas do acidente. (COLABOROU JOSÉ MARIA TOMAZELA)

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