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Trump diz que Delcy pagará preço alto se não cooperar com EUA

Presidente dos EUA se manifesta após prisão de Maduro; China e Coreia do Norte criticam e pedem libertação

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Trump diz que Delcy pagará preço alto se não cooperar com EUA
Autor Presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez - Foto: Wikipédia

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste domingo (4) que a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, pagará um "preço muito alto" se recusar a cooperação com Washington. A declaração, dada em entrevista por telefone à revista The Atlantic, acontece um dia após a captura de Nicolás Maduro e sua transferência para um centro de detenção norte-americano.

- LEIA MAIS: Papa Leão XIV diz que Venezuela deve permanecer um país independente

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Segundo Trump, as consequências para Rodríguez podem superar as enfrentadas pelo antecessor. "Se ela não fizer o que é certo, vai pagar um preço muito alto, provavelmente maior do que o de Maduro", alertou o republicano. Trump adiantou ainda que os EUA planejam conduzir a Venezuela por meio de um "grupo" em formação até que uma transição de poder seja consolidada, embora não tenha estipulado prazos.

O secretário de Estado, Marco Rubio, reforçou a pressão diplomática. Em entrevista à CBS News, Rubio disse que é "prematuro" falar em eleições, mas que o país está pronto para dialogar com os líderes remanescentes, desde que tomem a "decisão correta". "Se não tomarem, os Estados Unidos manterão diversas ferramentas de pressão", completou.

Reação internacional A prisão de Maduro gerou fortes reações de aliados históricos da Venezuela. A China exigiu a libertação imediata de Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, alegando violação de normas internacionais e defendendo o diálogo interno. Já a Coreia do Norte classificou a operação americana como uma "forma grave de violação de soberania" e um ato de "natureza desonesta e brutal".

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Acusações e detenção Nicolás Maduro chegou a Nova York na noite de sábado (3), após ser detido em Caracas. Ele foi fichado na Agência Antidrogas dos Estados Unidos (DEA) e escoltado por agentes federais. A procuradora-geral dos EUA, Pam Bondi, anunciou que Maduro e a primeira-dama responderão a acusações de conspiração para narcoterrorismo, importação de cocaína e posse de armas de guerra.

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