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Tebet pede que Congresso preserve recursos do Meio Ambiente no Orçamento de 2025

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A ministra do Planejamento, Simone Tebet, fez um pedido para que o Congresso preserve os recursos do Orçamento de 2025 voltados ao Ministério do Meio Ambiente. De acordo com ela, é preciso que acabe com a polarização entre investir recursos no agronegócio ou no meio ambiente.

"Talvez fique um alerta para o Congresso que o próximo orçamento que vamos mandar, que não se tire recursos do Ministério do Meio Ambiente", disse, em participação nesta quinta-feira, 18, no programa Bom dia, ministra, da EBC.

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"Não é uma briga aqui, uma 'Escolha de Sofia', cuidar do agronegócio ou cuidar do meio ambiente. Vamos parar com essa polarização", acrescentou. "É preciso cuidar do agronegócio. É ele que dá emprego, renda, sustenta, coloca comida mais barata na mesa, mas o agronegócio também tem que cuidar do meio ambiente."

A ministra defendeu que o Brasil passe a fazer um planejamento de longo prazo. De acordo com ela, o investidor que olha para qualquer país quer segurança jurídica. "O Brasil nunca planejou a longo prazo", comentou, citando apenas um planejamento de quatro em quatro anos. Segundo Tebet, o governo está autorizado a falar da estratégia Brasil 2050.

De olho na imagem do País no exterior, a ministra afirmou que a Conferência do Clima sobre Mudanças Climáticas (COP 30), que ocorrerá em novembro em Belém, no Pará, será uma "vitrine para o Brasil". Segundo ela, será apresentado na conferência um grande projeto de crédito de carbono e títulos verdes.

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"Estamos trabalhando para mostrar que o mundo precisa ajudar a financiar a Floresta Amazônica em pé", comentou. Tebet afirmou que a previsão é que, na COP 30, seja inaugurada a primeira rota de integração, a Amazônica. De acordo com ela, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, "é entusiasta" da rota amazônica.

No aspecto sustentável, a ministra enalteceu a implementação do sistema de ferrovias. "Ferrovia é mais barata, mais segura e ecologicamente mais sustentável", citou. Ela, contudo, afirmou que o governo não tem dinheiro para fazer ferrovias e, por isso, disse ser entusiasta do modelo de Parceria Público-Privada (PPP).

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