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Suspeita de mandar matar jovem em Sepetiba se entrega no Rio

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Gabrielle Cristina Pinheiro Rosário, suspeita de mandar matar a jovem Laís de Oliveira Gomes Pereira, assassinada com um tiro na nuca no dia 4 de novembro, em Sepetiba, no Rio de Janeiro, se entregou à Delegacia de Homicídio da Capital (DHC) na tarde desta segunda-feira, 17. Segundo o advogado Diogo Macruz, que acompanhou a apresentação, Gabrielle procurou a defesa na véspera e manifestou a intenção de se entregar por temer represálias e relatar pressão sobre familiares.

A defesa afirmou que a cliente "estava se sentindo coagida através da família, porque a polícia estava indo muito lá na casa da mãe. Levando a mãe para a delegacia e isso fez com que ela se sentisse amedrontada". Segundo ele, Gabrielle também tinha "pavor de ser violentada de maneira física nas ruas". Questionada, a Polícia Civil não retornou.

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Policiais foram até a casa de Gabrielle no dia 6 de novembro para cumprir um mandado de busca, mas encontraram apenas o namorado dela, que também era ex-marido da vítima, Lucas Soares Ramos. Ele disse que a suspeita havia ido para a casa da mãe, em Duque de Caxias. Os policiais tentaram contato com familiares, mas não tiveram retorno.

Gabrielle teve a prisão preventiva decretada após o avanço das investigações sobre o assassinato de Laís, morta enquanto empurrava o carrinho do filho de um ano e oito meses em Sepetiba. A Polícia Civil afirma que há fortes indícios de que o assassinato tenha sido motivado por disputas antigas ligadas à guarda da filha de quatro anos da vítima. Mensagens obtidas pelos investigadores apontam ameaças motivadas pelo desejo de Gabrielle de ter a guarda da criança, filha de Laís com seu ex-companheiro, Lucas Soares Ramos, atual namorado da suspeita.

Depoimentos de familiares e testemunhas sustentam que Gabrielle mantinha conflitos frequentes com Laís. O irmão da vítima relatou divergências antigas sobre a convivência com a criança, enquanto amigas e parentes descreveram a suspeita como "controladora" e "obsessiva".

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Macruz afirma que tomou as providências para que Gabrielle se apresentasse de forma "segura". "Fiz contato com a delegacia e a entreguei de maneira segura, nesta segunda-feira, às 16 horas da tarde. Eu a mantive em silêncio, achei por bem até para abrir um leque maior de investigação e de defesa".

De acordo com ele, Gabrielle deixa a DHC nesta terça-feira, 18, e segue para o presídio localizado no bairro de Benfica, no centro da capital fluminense, onde passará por audiência de custódia na quarta-feira, 19.

Além de Gabrielle, a polícia prendeu ainda Davi de Souza Malto, apontado como o autor do disparo que matou Laís. Ele foi identificado após denúncia da própria mãe, Kelly Silva de Souza, que reconheceu o filho pelas imagens de câmeras de segurança. O condutor da moto usada no crime, Erick Santos Maria Lasnor, se apresentou espontaneamente à polícia e afirmou ter sido coagido por Malto, a quem reconheceu como o atirador.

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