Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Cotidiano

publicidade
COTIDIANO

SUS começa a substituir insulina tradicional por versão mais moderna e de dose única diária

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O Ministério da Saúde iniciou o processo de transição do uso de insulina humana (NPH) para insulina análoga de ação prolongada, a glargina, no Sistema Único de Saúde (SUS). O novo fármaco dura mais tempo no organismo, até 24 horas, e é aplicado apenas uma vez ao dia. Na rede privada, o tratamento com o medicamento por dois meses pode custar até R$ 250.

O processo de transição foi iniciado na última sexta-feira, 6, e vai ocorrer de forma gradual. O projeto piloto será realizado no Amapá, Paraná, Paraíba e Distrito Federal e englobará crianças e adolescentes de até 17 anos que vivem com diabetes tipo 1, e idosos com 80 anos ou mais com diabetes tipo 1 ou 2. A estimativa é que mais de 50 mil pessoas sejam contempladas nessa fase.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Segundo a pasta, a definição dos territórios considerou critérios de representatividade regional e capacidade de implementação, e estão sendo promovidos treinamentos nas localidades escolhidas para auxiliar os profissionais de saúde da Atenção Primária no uso adequado das canetas aplicadoras e na administração correta do medicamento.

No futuro, diz o ministério, será feita uma avaliação dos resultados para construção do cronograma de expansão para os demais estados.

Produção no Brasil

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por meio de uma parceria entre o laboratório público Bio-Manguinhos, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a empresa brasileira de biotecnologia Biomm e a chinesa Gan & Lee, a iniciativa também prevê a transferência da tecnologia de produção de glargina para o Brasil.

Em 2025, a parceria resultou na entrega de mais de 6 milhões de unidades do medicamento, com investimento de R$ 131 milhões. A expectativa é que, até o fim de 2026, a capacidade de produção alcance 36 milhões de doses.

"Depois de duas décadas, o Brasil voltou a produzir insulina no País. Isso traz garantia e segurança para os pacientes", disse o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, em comunicado à imprensa. "A expansão da oferta de tratamentos para diabetes no SUS é um exemplo concreto da importância do fortalecimento do nosso complexo industrial."

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além da versão análoga de ação prolongada, três tipos de insulina são oferecidos gratuitamente na rede pública: as humanas NPH e regular e a análoga de ação rápida. O SUS também disponibiliza medicamentos orais para o tratamento do diabetes.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Cotidiano

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline