Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Cotidiano

publicidade
COTIDIANO

Silveira refuta críticas sobre petróleo e diz ser aplaudido por ambientalistas de bom senso

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, refutou nesta segunda-feira, 10, as críticas sobre a alegada contradição entre a exploração de petróleo na Margem Equatorial e a realização da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30). Ele disse ainda, em conversa com jornalistas em Belém (PA), ser "aplaudido por ambientalistas de bom senso".

"Eu estou sendo aqui aplaudido pela maior parte dos ambientalistas que têm bom senso, que veem que o Brasil e o Ministério da Energia liderou pelos biocombustíveis, liderou pela regulamentação do hidrogênio verde, liderou pela lei do combustível do futuro e liderou com a transição energética", respondeu.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

O processo de licenciamento ambiental sobre o bloco chamado de FZA-M-59 foi iniciado em 2014. O empreendimento era administrado majoritariamente pela BP Energy Brasil e só em 2020 houve a transferência da operação para a Petrobras. Segundo argumentos de interlocutores do governo, a liberação perto da COP30 foi coincidência, já que o processo se arrasta por anos. Alexandre Silveira, em outros momentos, já falou que seria hipocrisia aguardar o fim da Conferência para a liberação.

"O nosso petróleo é o mais descarbonizado do planeta e nós temos uma empresa que faz com a maior segurança a exploração", declarou o ministro. Um argumento utilizado com recorrência por técnicos da pasta de Minas e Energia é que eventual interrupção na produção de petróleo no Brasil significaria um aumento das emissões de carbono.

Esse argumento parte da premissa de que a demanda pelo combustível fóssil não será reduzida no curto e médio prazo. Se não houver produção no Brasil, haverá necessariamente em outro país. Como a produção brasileira tem emissão menor em relação a diversos outros países, seria natural supor, conforme essa argumentação, que a emissão de poluentes aumentaria. A média mundial de produção de um barril de petróleo está em torno de 20 kg de CO2 equivalente. No Brasil, a média está entre 15 e 16 kg de CO2 equivalente por barril de óleo equivalente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Cotidiano

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline