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Sem ter o que comer, pessoas recorrem a restos de ossos

Em pleno 2021, ainda é possível ver situações sub-humanas

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Sem ter o que comer, pessoas recorrem a restos de ossos
Autor Foto: Reprodução / Prefeitura Municipal de Bonito

A fome está longe de acabar e isso é fato. Em pleno 2021, ainda é possível ver situações sub-humanas. Um exemplo disso é o que acontece na Glória, bairro da Zona Sul do Rio de Janeiro, onde pessoas formam filas para recolher ossos. Os moradores não têm o que comer e recorrem às sobras.

Um caminhão de uma empresa, responsável pela coleta de ossos e restos de carnes de supermercados, vai ao bairro todas às terças e quintas para fazer a doação. No local, é possível encontrar pessoas de várias idades, mas todas têm apenas um objetivo: saciar a fome.

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Vanessa Avelino de Souza, por exemplo, tem 48 anos e está desempregada atualmente. Ela vai ao ponto de distribuição uma vez por semana para ter o que pôr na mesa.

"A gente limpa e separa o resto de carne. Com o osso, fazemos sopa, colocamos no arroz, no feijão... Depois de fritar, guardamos a gordura e usamos para fazer a comida", relata a mulher.

Vanessa tem cinco filhos, mas nenhum deles vive com ela. "Não tenho como cuidar deles. Por isso, eles são criados pela minha mãe. Não temos quase nada. O que temos é de doações. Lá, pelo menos, eles têm um pouco de dignidade".

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Outro exemplo que pode ser encontrado no ponto de distribuição é o de Denise da Silva, de 51 anos. Ela tem cinco filhos e doze netos, além disso, perdeu o marido recentemente, sendo assim, está sozinha na luta para alimentar sua família.

"Não vejo um pedaço de carne há muito tempo, desde que a pandemia começou. Esse osso é a nossa mistura. Levamos para casa e fazemos para os meninos comerem. Sou muito grata por ter isso aqui", conta.

Com informações, Extra.

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