Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Cotidiano

publicidade
COTIDIANO

Ressaca em Copacabana: adolescente segue desaparecido e mais de 500 pessoas são resgatadas

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O adolescente de 14 anos que desapareceu no mar de Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro, na manhã de quarta-feira, 31, segue desaparecido nesta quinta, 1.º. A informação foi confirmada pelo Corpo de Bombeiros do Estado.

Os bombeiros registraram 547 resgates nas praias da zona sul da capital fluminense durante a virada do ano. O número representa um salto em relação ao Réveillon de 2024 para 2025, quando foram apenas 29 salvamentos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Na quarta, a Defesa Civil do Rio emitiu um alerta de ressaca para todo o litoral fluminense. O aviso foi transmitido diretamente para todos os celulares da população. A recomendação é que ninguém entre no mar. A orientação segue nesta quinta.

A Marinha também emitiu um alerta de ressaca para a região, com previsão de ondas de até 2,5 metros até a manhã desta quinta.

As praias de Copacabana, palco da grande festa de Réveillon do Rio, estiveram lotadas desde a manhã de quarta. As ondas chegaram a se aproximar de um dos palcos montados para o show.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Salvamentos ocorreram em:

- Copacabana: 248;

- Ipanema: 168;

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

- Leme: 70;

- Arpoador: 40;

- Leblon: 11.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A corporação segue com as buscas pelo adolescente que desapareceu na altura do Posto 2 de Copacabana. De acordo com a TV Globo, ele era de Campinas (SP) e passava o fim do ano no Rio.

Especialistas alertam sobre o risco

"O mar não está indicado para mergulho. Temos ondas de até 2,5 metros, um mar com muita energia, muitas valas e correntes de retorno", alertou o tenente-coronel Fábio Contreiras, do Corpo de Bombeiros do Rio. "As pessoas vão querer, obviamente, se banhar. Está calor. Mas a corporação não negocia a segurança: não mergulhem no mar. Estaremos com drones enviando avisos sonoros para que as pessoas não insistam nessa prática. Realmente, o mar vai subir. O risco é real."

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Doutor em gerenciamento de riscos e segurança do Departamento de Engenharia Naval e Oceânica da UFRJ, Gerardo Portela também pede cautela.

"Sou carioca, pratico surfe, estou sempre na orla. Mas as condições do mar estão totalmente desfavoráveis", afirmou Portela. "Nos dias que antecederam a atual ressaca, eu tirei várias pessoas do mar com a minha prancha porque a correnteza, em determinados locais, às vezes surpreende e traga a pessoa para dentro da água mesmo em lugares onde dá pé."

Portela também destacou ser necessário estar atento à queda de raios. "Em um local aberto como a praia, basta cair um raio para centenas de pessoas serem impactadas. As pessoas que estão na areia estarão vulneráveis. Durante uma tempestade de raios, a praia é o local de maior probabilidade de uma pessoa ser atingida."

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Cotidiano

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline