Uma professora de uma escola católica foi demitida depois que a diretoria da instituição encontrou uma foto dela beijando a namorada. Os líderes da arquidiocese chamaram o registro de "prova que ela está violando os padrões".
Maggie Barton, de 32 anos, trabalhava na escola do Colorado, nos Estados Unidos, desde 2017. Ela contou que o diretor ligou para ela no dia 25 de janeiro para informar que ela entraria em uma licença remunerada, enquanto uma investigação sobre a foto dela com a namorada era realizada.
A mulher afirmou não saber como a imagem foi encontrada, pois manteve todas as fotos do seu relacionamento fora das redes sociais para preservar sua carreira profissional.
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De acordo com Maggie, após a ligação com o diretor, um outro homem ligou para ela afirmando ser um "coletor de informações" da arquidiocese. “Ele estava me fazendo muitas perguntas sobre minha compreensão da fé católica e se eu estava ciente da posição da igreja sobre a atração pelo mesmo sexo e todo esse tipo de coisa”, disse Maggie à Colorado Public Radio.
Apesar de ter sido informada de que uma investigação seria realizada, a professora foi demitida no dia seguinte. “Ocorreu uma injustiça. Eu experimentei discriminação em um nível pessoal para o qual nada em minha vida poderia ter me preparado”, desabafou no Facebook. “Ser demitido de um cargo por causa da minha orientação sexual, isso é discriminação", escreveu.
Posicionamento da escola
A arquidiocese, liderada pelo arcebispo Samuel Aquila, confirmou a demissão de Barton em um longo comunicado.
“A escola foi informada de que uma de suas professoras está em um relacionamento homossexual e, depois de discutir isso com a professora, soube que ela pretende persistir em violar os padrões que ela concordou em cumprir anteriormente. Com isso, a escola considerou necessário encerrar o contrato de trabalho da professora porque ela não honrou os compromissos assumidos em seu contrato com a escola”, disse a arquidiocese.
A escola ainda alegou que “a atração pelo mesmo sexo em si não é motivo de rescisão”, mas foi justificado por ela não cumprir os “compromissos” que assumiu em seu contrato, que existe “para proteger a identidade católica de nossas escolas”. As informações são do New York Post.

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