Praia de SC onde Catarina Kasten foi morta terá câmeras de segurança em trilha
A instalação, confirmada pela prefeitura, ocorre no mesmo local onde a professora Catarina Kasten foi vítima de feminicídio em novembro
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A trilha da Praia do Matadeiro, no Sul da Ilha, em Florianópolis, começou a receber câmeras de videomonitoramento equipadas com tecnologia de reconhecimento facial. A instalação, confirmada pela prefeitura, ocorre no mesmo local onde a professora Catarina Kasten foi vítima de feminicídio em novembro do ano passado.
Os equipamentos foram posicionados estrategicamente na entrada da trilha (após a ponte) e na saída de acesso à praia. A iniciativa é coordenada pela Secretaria Municipal de Segurança e Ordem Pública.
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Cercamento Digital
De acordo com a administração municipal, a medida integra o projeto de "cercamento digital" da capital. O sistema funciona de forma integrada, espelhando imagens de diversos pontos da cidade na base da Guarda Municipal.
Os principais objetivos da tecnologia são:
- Reduzir o tempo de resposta a ocorrências;
- Coibir atos violentos e ilegalidades;
- Facilitar a elucidação de crimes por meio da identificação de suspeitos.
Relembre o caso Catarina Kasten
A segurança no local tornou-se uma demanda urgente após o crime que chocou o país no fim de 2023. Catarina Kasten, de 31 anos, foi abordada por um desconhecido enquanto percorria o curto trajeto entre as praias do Matadeiro e da Armação para uma aula de natação.
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A vítima foi estuprada e morta, e seu corpo foi localizado em uma área de mata próxima ao caminho. O autor do crime confessou o feminicídio e permanece preso. Catarina era professora de inglês e estudante de pós-graduação na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).
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