Polícia investiga morte de filha de major da PM com sinais de espancamento
Naysa Kayllany, de 22 anos, foi abandonada por duas mulheres na porta de unidade de saúde
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A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) investiga a morte de Naysa Kayllany da Costa Borges Nogueira, de 22 anos, ocorrida neste domingo (04), na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Filha do major da Polícia Militar Neyfson Borges, a jovem chegou a uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) com múltiplos sinais de espancamento e não resistiu.
De acordo com relatos preliminares apurados pela polícia, Naysa foi levada à UPA de Magalhães Bastos por duas mulheres em um carro. Testemunhas afirmam que a jovem foi jogada no chão em frente à unidade de saúde e que as suspeitas fugiram do local sem prestar esclarecimentos. A vítima deu entrada ainda com vida, mas sofreu diversas paradas cardíacas devido à gravidade das lesões.
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Policiais do 14º BPM (Bangu) foram acionados para verificar a ocorrência na unidade de saúde. Até o momento, não há informações sobre a autoria do crime ou a motivação. Nenhuma prisão foi efetuada.
Contato com o pai e luto
O major Neyfson Borges relatou que a filha morava sozinha no bairro de Realengo. Segundo o oficial, Naysa enviou uma mensagem por volta das 6h da manhã de domingo informando que estava prestes a se mudar. O pai, no entanto, só visualizou o recado às 8h. Pouco tempo depois, recebeu a notificação da polícia sobre o crime.
O major afirmou desconhecer se a filha estava em algum relacionamento e disse não ter suspeitas sobre o que pode ter ocorrido.
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Nas redes sociais, Neyfson Borges publicou uma mensagem lamentando a perda da filha:
"Hoje o céu ganhou mais uma estrelinha. A mais branca de todas (...) Deus te arrancou deste mundo porque era muito boa para ficar aqui. É a maior dor do mundo", escreveu o oficial.
A Polícia Civil segue em busca de imagens de câmeras de segurança e testemunhas que possam ajudar a identificar as mulheres que abandonaram a jovem na UPA.
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